domingo, 11 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› IA entra na briga por contas e aperta empresas da inércia› CSN negocia venda da SWT por 550 milhões de euros a grupo espanhol› Fim das bets e da taxa das blusinhas muda o cenário da Black Friday 2026› Câmara dos Deputados, CGU e outros órgãos: concursos ofertam 43,2 mil vagas› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Créditos tributários são ponto principal do Simples híbrido; entenda› Demissões voluntárias disparam no Brasil: preguiça ou nova era do trabalho?› Recuperação da Apex: Justiça barra reunião que tiraria voto do fundador› Clientes processam empresa de jatinhos após suspensão de voos› IA entra na briga por contas e aperta empresas da inércia› CSN negocia venda da SWT por 550 milhões de euros a grupo espanhol› Fim das bets e da taxa das blusinhas muda o cenário da Black Friday 2026› Câmara dos Deputados, CGU e outros órgãos: concursos ofertam 43,2 mil vagas› Starlink desacelera no Brasil, mas avanço sobre telefonia "acende alerta"› Conheça tecnologia brasileira que ajuda a organizar o tráfego aéreo no país› Créditos tributários são ponto principal do Simples híbrido; entenda› Demissões voluntárias disparam no Brasil: preguiça ou nova era do trabalho?› Recuperação da Apex: Justiça barra reunião que tiraria voto do fundador› Clientes processam empresa de jatinhos após suspensão de voos
Política

Fisco identifica R$ 11,6 bi em esquema com fundos e contas-bolsão

Poder360 ·

A Receita Federal identificou R$ 11,6 bilhões em movimentações atípicas em fundos de investimento, contas-bolsão e administradoras na operação Crédito Oculto, 3ª fase da Carbono Oculto, deflagrada nesta 5ª feira (24.set.2026).

Segundo a Receita, são cumpridos mandados relacionados a 13 pessoas e 19 empresas em 7 Estados.

O principal alvo é o grupo empresarial e a gestora Entre.

Como funcionava De acordo com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a gestora e fundos de investimento foram usados para ocultar a compra de uma distribuidora de combustíveis por uma usina de etanol ligada a organizações criminosas.

A estrutura também recebia recursos de origens diversas, entre eles dinheiro ligado ao crime organizado, ao comércio clandestino de combustíveis e às usinas.

Os recursos eram utilizados para financiar operações, ocultar bens, fazer remessas ao exterior e corromper autoridades, afirma a Fazenda.

A distribuidora teve as operações encerradas por decisão da Justiça.

A estrutura financeira envolvia FIPs (Fundos de Investimento em Participações), fundos multimercado, contas-bolsão e contas gráficas, além de gestoras, administradoras e bancos.

Representantes do setor formal de combustíveis relataram às autoridades que o mercado legalizado estava “sob ataque” do crime organizado, de acordo com Durigan.

“A gente está falando de estruturas importantes do sistema financeiro que contribuem como instrumentos do crime organizado para ocultar patrimônio e lavar dinheiro” , declarou o ministro.

A operação foi deflagrada pela Receita Federal e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público de São Paulo.

Também participam a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Leia mais sobre a operação aqui .

CARBONO OCULTO A Carbono Oculto teve 3 etapas até aqui.

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›