Com fase no Brasil, Crazy Taxi World Tour dá vida a sonhos que não eram possíveis nos anos 90
Crazy Taxi: World Tour vai levar a tradicional corrida maluca de táxis para novos cenários, incluindo uma fase inspirada no Brasil.
Durante a Brasil Game Show (BGS) 2026, o VOXL conversou com Kenji Kanno, criador do Crazy Taxi original e produtor do novo jogo, sobre a evolução da franquia e os desafios de adaptar uma série nascida nos anos 1990 para o público atual.
Anunciado durante a conferência de imprensa da BGS, o mapa brasileiro será o quarto de cinco cenários internacionais disponíveis na campanha para um jogador, chamada World Tour.
A novidade promete misturar paisagens urbanas, praias e referências a estabelecimentos conhecidos do país, como Habib’s, Fogo de Chão e Fast Shop.
A conversa também passou pelas novidades de Crazy Taxi: World Tour, que terá modo história e multiplayer, dois recursos que exigiram mudanças importantes na estrutura da franquia.
Kanno ainda contou como foi pesquisar o Brasil para o novo mapa, revelou suas primeiras impressões sobre a cultura local e recebeu uma sugestão gastronômica que pode render uma ideia inusitada para o jogo.
Como a equipe criou o mapa brasileiro de Crazy Taxi: World Tour? A fase brasileira foi um dos principais anúncios de Crazy Taxi: World Tour durante a BGS 2026.
O cenário promete combinar áreas urbanas movimentadas com litorais e paisagens naturais, além de incluir referências a marcas conhecidas do público brasileiro e cenários turísticos, desde as Cataratas do Iguaçu até praias do litoral.
Apesar de ter apresentado o novo mapa no evento, Kanno explicou que a pesquisa não aconteceu exatamente como gostaria.
O produtor não teve tempo de conhecer o Brasil pessoalmente durante o desenvolvimento e também não conseguiu organizar uma viagem da equipe para vivenciar o país antes de criar o cenário.
“Hoje em dia, já que estamos conectados à internet e podemos obter todos os tipos de informações, existem vídeos e guias que apresentam vários aspectos da história do Brasil, bem como atividades em andamento, e eu tenho assistido a muitos deles”, contou.
Segundo ele, apesar de não ter andado de táxi nas ruas do país, a pesquisa incluiu informações sobre a política brasileira e diferentes aspectos da realidade local.
A equipe também contou com a colaboração de pessoas que cresceram no Brasil e trabalhavam na Sega.
Kanno explicou que conversou com esses profissionais para entender melhor as experiências e as particularidades do país, incorporando os relatos ao processo de criação do mapa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.