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A maior fabricante de trens do mundo assume antiga fábrica no interior de São Paulo e vai produzir 44 composições para o metrô

O Antagonista ·
A maior fabricante de trens do mundo assume antiga fábrica no interior de São Paulo e vai produzir 44 composições para o metrô

A maior fabricante de trens do mundo assume antiga fábrica no interior de São Paulo e vai produzir 44 composições para o metrô Uma antiga planta ferroviária em Araraquara voltou ao centro da indústria de trens no Brasil. A chinesa CRRC passou a ocupar a unidade antes usada pela Hyundai Rotem e foi contratada para...

Uma antiga planta ferroviária em Araraquara voltou ao centro da indústria de trens no Brasil. A chinesa CRRC passou a ocupar a unidade antes usada pela Hyundai Rotem e foi contratada para fornecer 44 novos trens ao Metrô de São Paulo , com produção prevista na cidade do interior paulista.

A unidade fica às margens da SP-255 e já tinha estrutura ligada à montagem de material ferroviário. Isso permitiu à CRRC retomar uma planta existente em vez de começar uma fábrica totalmente do zero.

O BNDES informou em 2026 que os 44 trens serão produzidos pela CRRC-Sifang em Araraquara e terão entregas a partir de maio de 2027.

As composições foram compradas para atender as Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha . Parte importante do lote está ligada à expansão da Linha 2, enquanto outra parte reforça as linhas mais antigas.

O Governo de São Paulo informou investimento de R$ 3,1 bilhões na compra:

A planta paulista será usada na produção das novas composições, conforme o contrato e o cronograma industrial da CRRC . Antes da fabricação em série, os projetos dos trens passam por etapas de engenharia e aprovação.

O contrato oficial exige 44 trens completos e operacionais , cada um com seis carros. A unidade de Araraquara volta, assim, a ter função central na cadeia ferroviária:

Não. O projeto ainda segue o ciclo de engenharia, produção e testes. O próprio Governo de São Paulo informou em março de 2026 que os projetos estavam sendo elaborados antes do início da produção em Araraquara.

A volta da atividade ferroviária recupera uma estrutura industrial já existente e cria demanda por profissionais de áreas como engenharia, elétrica, mecânica e produção .

Para o Metrô, o efeito aparece na renovação e expansão da frota. Para Araraquara, a fábrica recoloca a cidade dentro de uma cadeia industrial de grande valor técnico.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.

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