Dia do Garçom: quem fica com os 10% da gorjeta que você paga em bares e restaurantes?
O garçom Lucimar Silva de Oliveira, conhecido como Robinho, revelou que as gorjetas representam 70% da renda dele.
Foto: arquivo pessoal.
Para quem trabalha servindo mesas, os 10% acrescentados à conta representam muito mais do que uma gratificação pelo atendimento: a gorjeta corresponde a cerca de 70% da renda mensal desses profissionais.
É o caso do garçom Lucimar Silva de Oliveira, conhecido como Robinho .
Há 15 anos na profissão, ele diz que o dinheiro é resultado de uma rotina que exige atenção constante, mesmo nos dias mais difíceis.
“A gorjeta representa 70% da nossa renda, ou seja, uma grande parte.
Aqui, gera em torno de R$ 3.500 só de gorjeta, já com os descontos, porque entra na folha salarial.
Esse valor também varia entre meses bons e ruins, o que é normal” , conta.
No Dia do Garçom , celebrado nesta terça-feira (11), o Folha Vitória explica para onde vai o dinheiro dos 10% pagos pelos clientes em bares e restaurantes do Espírito Santo e quais são as regras para cobrança e distribuição da gorjeta.
Segundo Robinho, em seu local de trabalho, a gorjeta é dividida entre os profissionais que participam da operação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.