Lucho Acosta deve escapar de denúncia, mas Fluminense segue em alerta no STJD
A Libertadores não abandona o Fluminense! A investigação sobre volume de apostas em cartão amarelo em uma partida do meia Lucho Acosta, do Fluminense, entrou na reta final.
O prazo de 60 dias de punibilidade para definir se o jogador será denunciado ou não se extingue no próximo domingo (20).
Até o momento, a tendência é de não haver denúncia com o arquivamento do caso. + Veja a reação de Martinelli, do Fluminense, à convocação para a seleção brasileira + "Geração de Ouro" da base do Fluminense chega a quatro convocados para a Seleção Nesses quase dois meses, Lucho teve uma rotina de reuniões e depoimentos durante a investigação, com a atenção especial dos advogados do clube.
O Fluminense se debruçou na situação para dar apoio ao atleta, com receio de uma possível queda de rendimento por conta do processo burocrático em momento importante da temporada.
Além disso, o meia renovou contrato recentemente.
Lucho Acosta recebeu cartão amarelo em confusão no jogo entre Fluminense e Bragantino Apesar do prazo de punibilidade estar próximo do fim, Fluminense e jogador se mantêm alertas com o caso.
Pois o período de 60 dias pode ser prorrogado caso apareçam novos fatos.
Um exemplo mais notório é recente, o caso do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, que foi alvo de alertas sobre movimentações incomuns de apostas em novembro de 2023.
Na ocasião, em 2023, o STJD arquivou o caso.
Em desdobramentos da investigação, porém, nove meses depois, o atacante foi alvo de uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público, o que fez com que a Procuradoria do STJD reabrisse o caso, já que o arquivamento não impediu o tribunal desportivo de fazer outra análise com a aparição de novos elementos.
Lucho Acosta, do Fluminense, comemora gol contra o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro.
REUTERS/Ricardo Moraes O caso Um cartão amarelo de Lucho Acosta, no empate com o Bragantino por 1 a 1, no dia 17 de julho, no Maracanã, pela 19ª rodada do Brasileirão, gerou um alerta de manipulação em casas de apostas.
O relatório chegou à CBF dias depois, que abriu investigação e notificou o Fluminense.
Naquele momento, Acosta negou envolvimento em qualquer irregularidade, versão que segue durante o processo de investigação.
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