João Pedro relâmpago, boas novidades e velhos erros: Como foi a estreia de Xabi Alonso no Chelsea
O Chelsea começou a era Xabi Alonso com vitória, mas também com um roteiro que resumiu bem o que pode ser a temporada dos Blues: novidades animadoras convivendo com problemas antigos.
Nesta segunda-feira (24), a equipe venceu o Fulham por 3 a 2, no Craven Cottage, pela primeira rodada da Premier League , em uma partida marcada por um início avassalador, bons sinais coletivos e algumas falhas que o novo treinador ainda terá muito trabalho para corrigir.
Foi também a estreia oficial de Álvaro Arbeloa no comando do Fulham — curiosamente, os dois últimos técnicos do Real Madrid .
Se havia alguma dúvida sobre como João Pedro chegaria para a nova temporada, o brasileiro tratou de dissipá-la em apenas 31 segundos.
Depois de uma pré-temporada excelente, com gols em praticamente todos os amistosos, o camisa 9 precisou de pouco mais de meio minuto para receber uma assistência de Cole Palmer , invadir a área e tocar por cobertura na saída de Bernd Leno .
O atacante não parou por aí.
João Pedro participou diretamente de dois dos três gols do Chelsea, já que também serviu Palmer para ampliar a vantagem no início do segundo tempo.
Depois de uma primeira temporada muito positiva pelos Blues, na qual terminou como artilheiro da equipe, o brasileiro renovou contrato e recebeu a camisa 9, um sinal claro do espaço que ocupa no projeto do clube.
Um Chelsea mais agressivo, móvel e difícil de prever A primeira impressão deixada pelo Chelsea de Alonso foi bastante interessante.
O treinador espanhol apostou em uma estrutura com três zagueiros, formando um 3-4-3 com a bola e se transformando em um 5-3-2 sem ela — em determinados momentos, até mesmo em um 5-4-1.
Mais do que a disposição no papel, porém, chamou atenção a maneira como os jogadores executaram o plano, especialmente nos primeiros minutos.
A equipe adiantou suas linhas, pressionou o Fulham de maneira coordenada e dificultou bastante a saída dos donos da casa.
Os jogadores de frente foram fundamentais nesse comportamento.
João Pedro, Palmer e Morgan Rogers trocaram constantemente de posição, alternando referências e aparecendo em diferentes zonas do ataque.
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