Intestino preso? A ameixa seca pode ajudar, mas a quantidade e a tolerância digestiva fazem diferença
Estudos registraram melhora na consistência e na frequência das fezes, mas também aumento de gases; porções pesquisadas não são uma recomendação universal O intestino preso pode melhorar com o consumo de ameixa seca, que reúne fibras e sorbitol, composto capaz de atrair água para o intestino.
A fruta tem respaldo em estudos clínicos, mas não funciona igualmente para todos: quantidade, alimentação habitual e tolerância digestiva interferem no resultado.
Em um ensaio publicado em 2011, 40 adultos com constipação receberam 100 gramas diários de ameixa seca, divididos em duas porções, durante três semanas.
Houve melhora na consistência das fezes e nas evacuações espontâneas completas em comparação com psyllium, uma fibra usada contra o intestino preso.
Isso não significa que todos devam começar por essa quantidade.
O estudo foi pequeno, predominantemente feminino, e não encontrou diferença significativa entre os tratamentos no esforço para evacuar ou no alívio global dos sintomas.
A evidência indica benefício possível, sem sustentar promessa de solução imediata para o intestino preso.
Como a ameixa seca pode ajudar no intestino preso As fibras contribuem para o volume das fezes e a retenção de água.
O sorbitol presente na fruta também favorece a chegada de líquido ao conteúdo intestinal.
Essa combinação ajuda a explicar por que a ameixa pode facilitar a eliminação de fezes endurecidas, conforme descreve a Mayo Clinic.
Entretanto, intestino preso não significa apenas passar vários dias sem evacuar.
Fezes secas, dificuldade para eliminá-las e sensação de esvaziamento incompleto também fazem parte do quadro.
Observar essas características é mais útil do que avaliar o resultado apenas pelo número de idas ao banheiro.
A melhora da consistência, portanto, pode ser relevante mesmo sem uma mudança expressiva na frequência.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhabv.com.br — o conteúdo pertence a Folha de Boa Vista.