Chuva de meteoros Perseidas atinge pico em 2026; veja imagens
Em 1862, os astrônomos Lewis Swift e Horace Tuttle identificaram no céu estrelado um cometa, que nomearam de Swift-Tuttle.
A partir dos detritos do cometa, nasce uma chuva de meteoros batizada de Perseidas, que visita a Terra com o passar das décadas.
O ano de 1992 foi o último em que a chuva foi avistada.
Agora, em 2026, o período entre o fim de julho e início de agosto marca sua nova passagem, e a madrugada desta quinta-feira, 13, tornou-se o melhor dia para observá-la no Brasil.
A chuva de meteoros Perseidas acontece, em 2026, de 17 de julho até 24 de agosto.
No Brasil, a melhor janela para observação dos detritos do cometa começou a partir de ontem, quarta-feira, 12, e se estendeu até o início da madrugada desta quinta-feira, 13.
Apesar disso, observadores interessados pelo show de luzes puderam ver os rastros dos meteoros até por volta das 5h30 de hoje.
Fotografia da chuva de meteoros observada a partir do Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, EUA Tayfun Coskun/Anadolu/Getty Images Continua após a publicidade Chuva observada a partir da ilha Evia, na Grécia Nick Paleologos/Bloomberg/Getty Images Entusiastas observando a chuva de Uzhhorod, na Ucrânia Denysenko/Global Images Ukraine/Getty Images Continua após a publicidade Quem estivesse no Hemisfério Norte pôde observar uma chuva de meteoros bem mais iluminada do que o caso do Brasil.
Ainda assim, foi possível ver também por toda a extensão do país os detritos do cometa Swift-Tuttle, mas com menor quantidade de “meteoros por hora”, medida baseada no Zenithal Hourly Rate (ZHR), número técnico utilizado por especialistas para medir os meteoros que vem de um ponto específico do céu e passam por uma região sem poluição.
A região Norte teve as melhores condições para visualização da chuva de meteoros, com uma taxa esperada de até 20 meteoros por hora, segundo dados do Observatório Nacional.
Em sequência, o Nordeste e Centro-Oeste ficaram com até 10 meteoros por hora, e o Sudeste e Sul com apenas 5 meteoros por hora, no máximo.
Vale destacar que esses números serviam para ambientes de escuridão máxima (garantida por causa da Lua Nova) e sem poluição nos céus.
Continua após a publicidade Por causa da dinâmica da chuva, a quantidade de meteoros passíveis de serem avistados aumentava com o passar da noite.
O melhor horário, ainda de acordo com o Observatório Nacional, estava por volta das 3h, mas variava de região para região.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.