Criança de seis anos é um dos sobreviventes de acidente que deixou 23 mortos no Paraná
Enquanto equipes da Polícia Científica trabalham na identificação das 23 pessoas mortas no acidente entre um ônibus da Secretaria de Saúde de Imbituva e um caminhão na BR-373, cinco sobreviventes foram encaminhados para unidades de saúde da região.
Entre eles está Luan Gabriel de Brito , de 6 anos, levado ao Hospital Universitário Materno-Infantil de Ponta Grossa (HUMAI).
Os outros quatro sobreviventes são Edenilda Taymara Pereira de Medeiros , de 26 anos, e João Miguel Pereira , de 22, encaminhados à UPA Santa Paula, em Ponta Grossa; e Assis Cabreira , de 50 anos, e Elio Antônio Rosa , de 49, levados ao Hospital Universitário (HU).
A Prefeitura de Imbituva divulgou os nomes nesta quarta-feira, 19, em uma atualização sobre as vítimas da colisão ocorrida durante a madrugada.
O município informou que 23 mortes foram confirmadas no local.
As autoridades ainda trabalham para concluir a identificação dos mortos e comunicar oficialmente as famílias.
O governo do Paraná informou que entre as 23 vítimas fatais, estão 13 mulheres adultas , oito homens adultos (incluindo o motorista do caminhão) e duas crianças .
As vítimas fatais foram levadas à Unidade de Execução Técnico-Científica (UETC) da Polícia Científica em Ponta Grossa para perícia e identificação.
Continua após a publicidade A dimensão da tragédia levou a Polícia Científica do Paraná a mobilizar equipes das unidades técnico-científicas de Ponta Grossa, Curitiba e Guarapuava.
Os profissionais permanecem envolvidos nos trabalhos periciais e adotaram o protocolo internacional DVI ( Disaster Victim Identification ), utilizado em ocorrências com múltiplas vítimas.
Segundo a Polícia Científica, as equipes precisam localizar, registrar, coletar e individualizar as vítimas fatais e os demais vestígios encontrados no local, além de realizar a perícia necessária para ajudar a determinar a dinâmica e as causas da colisão.
Continua após a publicidade Após os trabalhos no local, os corpos serão encaminhados à Unidade de Execução Técnico-Científica de Ponta Grossa.
Ali serão realizados exames e confrontadas informações com bases oficiais de identificação biométrica e outros métodos técnico-científicos.
O tempo necessário para concluir cada identificação pode variar conforme o procedimento exigido.
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