quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA vira munição contra Trump nas eleições de meio de mandato› Em rede nacional, Delcy Rodríguez detalha plataforma do chavismo para eleições na Venezuela› Hanan Kattan lança primeira edição brasileira de livro sobre história da Palestina› Onde o Brasil guarda sua memória: 216 anos da Biblioteca Nacional› Quem é Stephen Miller, cérebro por trás da agenda radical de Trump› NYT: Trump e assessores ajudaram Flávio Bolsonaro a fugir do Brasil› Valdemar rechaça carta golpista de Flávio e nega que Bolsonaro sabia sobre fuga do filho› Denúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turno no Brasil› Enquanto Trump ameaça novo ataque, vice dos EUA envia carta para negociar paz com Irã› Catar e Turquia negam interferência nas eleições israelenses: ‘acusações perigosas’› Fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA vira munição contra Trump nas eleições de meio de mandato› Em rede nacional, Delcy Rodríguez detalha plataforma do chavismo para eleições na Venezuela› Hanan Kattan lança primeira edição brasileira de livro sobre história da Palestina› Onde o Brasil guarda sua memória: 216 anos da Biblioteca Nacional› Quem é Stephen Miller, cérebro por trás da agenda radical de Trump› NYT: Trump e assessores ajudaram Flávio Bolsonaro a fugir do Brasil› Valdemar rechaça carta golpista de Flávio e nega que Bolsonaro sabia sobre fuga do filho› Denúncias de assédio eleitoral no trabalho disparam 75% após 2º turno no Brasil› Enquanto Trump ameaça novo ataque, vice dos EUA envia carta para negociar paz com Irã› Catar e Turquia negam interferência nas eleições israelenses: ‘acusações perigosas’
Mundo

Apuração em Israel termina com bloco de Netanyahu à frente, mas futuro governo segue indefinido

Folha · Mundo ·
Apuração em Israel termina com bloco de Netanyahu à frente, mas futuro governo segue indefinido

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Dois dias após a votação, a Comissão Eleitoral Central de Israel encerrou a contagem de votos. Como os resultados parciais já indicavam, o partido Likud, do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu , conseguiu o maior número de cadeiras (27), seguido da principal legenda de oposição, Yashar, de Gadi Eisenkot, com 21 vagas no Parlamento, o Knesset.

A vantagem não garante, porém, a permanência do premiê. Com 100% das urnas apuradas, o bloco de Netanyahu soma 53 das 120 cadeiras do Legislativo, contra 48 da oposição liderada por Eisenkot. As 19 restantes ficaram com Ra’am e Lista Conjunta, partidos árabes que podem decidir o próximo governo.

Nenhum dos dois grupos atingiu os 61 parlamentares necessários para obter maioria absoluta. As negociações podem durar meses e até levar a novas eleições .

A composição contraria as pesquisas de boca de urna divulgadas ainda na terça-feira (27), que mostravam o bloco de Eisenkot à frente por duas ou três cadeiras. Também contraria sondagens anteriores, em sua maioria favoráveis à oposição. A vantagem de Netanyahu, porém, é insuficiente para governar.

O avanço das legendas árabes foi um destaque. Juntas, elas passaram das dez cadeiras da atual legislatura para 19, superando o recorde anterior de 15, registrado em 2020. O eleitorado árabe compareceu em número recorde, buscando afastar Netanyahu e seus aliados do poder.

O resultado provocou reação no governo. Nesta quinta (29), o ministro da Segurança Nacional, o extremista Itamar Ben-Gvir, pediu à agência de segurança Shin Bet que prendesse dirigentes de partidos árabes . Integrantes da extrema direita acusam, sem provas, representantes dessas siglas de receber recursos ilegais do Qatar, que rejeitou as denúncias como "tão ridículas quanto perigosas".

Segundo a imprensa israelense, autoridades eleitorais pediram ao Shin Bet que investigasse as denúncias. O presidente Isaac Herzog também defendeu investigar possível financiamento estrangeiro ilegal e responsabilizar os envolvidos, caso haja provas. Ao mesmo tempo, advertiu contra a estigmatização da comunidade árabe por ter exercido seu direito de voto.

Eisenkot acusou Netanyahu e seus aliados de tentar manipular a opinião pública e pôr em dúvida a legitimidade do Parlamento. Sem descartar a possibilidade de interferência estrangeira, mencionou escândalos envolvendo assessores do premiê e o Qatar.

Receba no seu email uma seleção semanal com o que de mais importante aconteceu no mundo

"Interferência estrangeira no Estado de Israel é algo inaceitável e gravíssimo, especialmente quando se trata de um país que financia e apoia o Hamas.

Ler a notícia completa no Folha · Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www1.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha · Mundo.

Mais de Folha · Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›