A acusação de Manuela D’Ávila a candidato a vice-presidente da República
Um vídeo da ex-deputada Manuela D’Ávila (Psol-RS) viralizou nas redes sociais de bolsonaristas e vem causando revolta entre eles.
Manuela acusa o candidato a vice-presidente da República, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), de estupro.
O deputado Alfredo Gaspar, que foi relator da CPMI do INSS, é candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que aparece em pesquisas à frente do presidente Lula (PT), que tenta a reeleição.
Manuela fez seu discurso com a acusação contra o vice ontem, em Porto Alegre, duante o ato “Bora Virar”, no qual foram exibidas várias bandeiras do PT e de organizações que apoiam a reeleição de Lula.
“Não deixe que o Brasil tenha na vice-presidência um homem que estuprou uma menina da idade da minha filha.
Não deixem”, disse Manuela D’Ávila, no início da manifestação, que incluía uma corrida.
Continua após a publicidade Manuela não apresentou nenhuma prova sobre o suposto estupro.
No último dia 7, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinou o arquivamento de um pedido da Polícia Federal para abir inquérito contra Alfredo Gaspar por estupro.
O ministro acolheu uma manifestação da Procuradoria-Geral da República, que concluiu que as diligências realizadas não encontraram indícios concretos que justificassem a abertura de uma investigação.
Continua após a publicidade O pedido de investigação por estupro foi feito pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que não conseguiu se reeleger para novo mandato no Senado.
Lindberg e Soraya não apresentaram provas após fazerem a acusação.
Manuela não conseguiu se eleger senadora pelo Rio Grande do Sul, mas tem engrossado as manifestações em favor de um novo mandato para o presidente Lula, que disputado o segundo turno com Flávio Bolsoanro no próximo domingo.
Continua após a publicidade A defesa da campanha de Flávio Bolsonaro informou que adotará as medidas judiciais cabíveis contra Manuela D’Ávila, “que insiste em atribuir falsamente a prática de um crime infame a pessoa contra quem jamais existiu sequer um inquérito sobre isso, mas apenas imputações políticas, naturalmente já arquivadas”.
Segundo a defesa, o Tribunal Superior Eleitoral já acumula uma série de julgados unânimes classificando esse tipo de fala como fake news.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.