Pais biológicos de bebê que nasceu após barriga de aluguel se recusar a interromper gestação tomam decisão sobre cirurgia do filho Barriga de aluguel trava batalha na Justiça dos EUA contra pais biológicos que exigiram aborto após diagnóstico do bebê (Reprodução/Arquivo Pessoal)
Os pais biológicos do bebê gerado pela barriga de aluguel McKenna West decidiram autorizar a cirurgia cardíaca do filho, que nasceu na última semana com uma grave cardiopatia congênita.
Segundo documentos judiciais obtidos pelo TMZ nesta segunda-feira (17), Nausheen Gilkar e Omar Ahmed optaram pelo procedimento após consultarem médicos do Children’s Health, hospital infantil estadunidense.
Nos autos, o casal se refere ao recém-nascido como Rumi.
McKenna, por sua vez, vinha chamando a criança de Gabriel, mas os pais biológicos afirmaram no processo que este não é o nome do filho.
A documentação não informa quando a operação será realizada.
Nausheen e Omar disseram, porém, que poderão fornecer a data de forma privada caso a Justiça solicite a informação.
LEIA TAMBÉM: Bebê brasileira é resgatada no Paraguai após sequestro no MS, e polícia sugere possível motivação do crime Hayden Panettiere: Polícia encontrou medicamento em residência da atriz após suspeita de overdose, diz site Segundo o TMZ, o bebê será submetido ao procedimento de Norwood, uma complexa cirurgia cardíaca aberta realizada em recém-nascidos com síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo.
A condição, diagnosticada ainda durante a gestação, ocorre quando o lado esquerdo do coração não se desenvolve adequadamente.
A intervenção busca permitir que o lado funcional do órgão consiga bombear sangue para o restante do corpo.
A decisão representa um novo capítulo na disputa que começou ainda durante a gravidez de McKenna.
Depois que a cardiopatia foi identificada em uma ultrassonografia realizada na 20ª semana, os pais biológicos acionaram uma cláusula do contrato de barriga de aluguel que previa a interrupção da gestação em caso de anomalias fetais.
McKenna chegou a marcar o procedimento, mas desistiu e decidiu levar a gravidez adiante .
Enfermeira lutou pelo direito de submeter o bebê aos tratamentos após o parto. (Foto: Reprodução/Facebook) A enfermeira, que vive no Alasca, passou a defender que o bebê tivesse a oportunidade de receber tratamento depois do nascimento.
Em meio ao impasse, ela pesquisou hospitais especializados e encontrou uma unidade em Dallas, no Texas, que realizava cirurgias para a condição.
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