Influenciadores apostam em produtos simples a preços altos para ‘vender’ saúde
Há influenciadores que encontram no empreendedorismo uma maneira de lucrar além dos posts fúteis que lotam seus perfis nas redes sociais.
Entretanto, o estereótipo se reforça cada vez mais com um novo negócio que oferecem à exaustão.
A moda agora é apostar na gastronomia, embalar com o discuso fitness e apresentar produtos caríssimos.
A seguir, quatro exemplos dessa tendência de consumo: Agora a coluna GENTE também está no Instagram.
Siga o perfil @veja.gente A esposa de Alexandre Negrão , ex-marido de Marina Ruy Barbosa , Elisa Zarur , criou uma ‘salada vertical’.
Com quatro opções disponíveis, a mais cara custando 84 reais, vêm com legumes e verduras diversos, acompanhados de uma proteína e um molho.
A ideia é que o consumidor misture tudo e coma na própria embalagem, sem precisar transferir para outro pote.
Com as taxas de entrega, pode passar de 90 reais uma comida comum.
Ex-Masterchef, Sofia Bresser decidiu investir em sanduíches saudáveis, com embalagens que encantam o público jovem mesmo sob um preço salgado.
A média dos wrapps é de 66 reais.
O ingrediente mais caro, e que chama atenção, é a maionese trufada, por 17 reais.
Uma das bebidas, pink mirage, custava 39 reais em julho.
“A gente não mede esforços para tentar a melhor qualidade de ingredientes”, disse a criadora Sofia Bresser após receber críticas sobre o valor.
Continua após a publicidade Antonela Braga, uma das principais influenciadoras para a geração alpha, criou uma marca de pirulito sem açúcar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.