Na era dos patinetes elétricos, Curitiba terá mais uma empresa para oferecer o serviço; veja preços
Os patinetes elétricos viraram uma febre em Curitiba e também algumas polêmicas sobre o uso nas vias da cidade.
No entanto, as buscas pelo uso e regulamentação mostram o mercado para este serviço.
Nesse contexto, a Whoosh, multinacional líder em micromobilidade urbana, inicia sua operação em Curitiba com 1.200 patinetes elétricas, concentradas inicialmente nas regiões de Centro, Batel e Água Verde.
A chegada amplia as opções de deslocamento para moradores e visitantes, especialmente em trajetos curtos e conexões entre áreas de comércio, serviços, lazer e transporte público.
Reconhecida como pioneira em planejamento urbano e mobilidade sustentável no Brasil, Curitiba conta com uma malha extensa de ciclovias, parques e um sistema de transporte público que serve de referência para outras cidades.
A chegada amplia as opções de deslocamento para moradores e visitantes, especialmente em trajetos curtos e conexões entre áreas de comércio, serviços, lazer e transporte público.
A nova operação acompanha o perfil de mobilidade da capital paranaense, marcada pela integração entre bairros, forte presença de ciclofaixas e um fluxo constante de moradores que se deslocam entre pontos comerciais, parques e estações do transporte coletivo.
Nas cidades onde atua, a Whoosh registra trajetos médios de aproximadamente dois quilômetros, perfil que se encaixa em deslocamentos que muitas vezes são longos demais para serem feitos a pé, mas curtos demais para justificar o uso do carro Em Curitiba, as patinetes estarão distribuídas inicialmente nas regiões de Centro, Batel e Água Verde, com presença em locais como as avenidas República Argentina, Sete de Setembro e Marechal Deodoro.
A operação será ampliada para outras áreas da cidade nas próximas semanas, acompanhando a expansão do serviço.
“Curitiba tem uma cultura de mobilidade urbana muito madura, com moradores acostumados a alternativas de deslocamento além do carro.
A chegada da Whoosh amplia as alternativas para quem precisa fazer trajetos curtos e busca uma forma prática de circular pela cidade”, afirma Cadu Souza, diretor de operações da Whoosh.
Quanto custa usar uma patinete Whoosh? O serviço funciona pelo sistema de cobrança por uso.
Para iniciar uma viagem, o usuário paga uma taxa de desbloqueio de R$ 0,90, seguida da cobrança de R$ 0,39 por minuto.
Também estão disponíveis no aplicativo pacotes de minutos e desbloqueios, com tarifas mais econômicas e opções adequadas a diferentes perfis de uso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.