Justiça manda consórcio manter serviços do Poupatempo em 3 unidades do RJ
Palácio Guanabara Reprodução/TV Globo A Justiça do Rio determinou que o consórcio responsável pelo Poupatempo mantenha os serviços nas unidades de Bangu, na Zona Oeste da capital, em Duque de Caxias e em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
A decisão atende a um pedido do Governo do Estado e prevê multa diária de R$ 200 mil por unidade em caso de descumprimento.
O Consórcio RJ Cidadão havia comunicado ao governo que poderia suspender os serviços caso não recebesse um saldo contratual que, segundo as empresas, estava em aberto.
Na decisão, a juíza Alessandra Cristina Tufvesson de Campos Melo considerou que a paralisação poderia prejudicar milhares de pessoas, inclusive usuários com atendimentos agendados.
As unidades oferecem serviços como emissão de documentos, habilitação e serviços relacionados a veículos, trabalho e emprego, assistência social e defesa do consumidor. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Agora no g1 O governo afirma que uma auditoria identificou divergências nos números de atendimentos apresentados pelo consórcio.
Segundo o Estado, em junho, as empresas informaram ter realizado 845.086 atendimentos, enquanto os órgãos parceiros do programa validaram 261.783.
O contrato prevê pagamento de R$ 24,20 por atendimento.
De acordo com o governo, a diferença entre os valores cobrados e os serviços efetivamente validados chegou a cerca de R$ 15 milhões somente em junho.
A Justiça afirmou que os documentos apresentados pelo Estado levantam dúvidas sobre a quantidade de atendimentos efetivamente realizados e, consequentemente, sobre os valores devidos ao consórcio. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.