Aos 20 anos, cineasta baiano leva curta a Toronto e Montreal
Uma melodia misteriosa conduz um robô até uma casa abandonada e agora também leva o cineasta baiano Eduardo Stachow, de 20 anos, a novos destinos.
Após estrear mundialmente em Curitiba, o curta de animação The Gramophone segue, em setembro, para festivais em Toronto e Montreal, no Canadá.O filme concorre em quatro categorias do Toronto International Nollywood Film Festival (TINFF): Melhor Diretor, Melhor Produtor, Melhor Curta-Metragem e Melhor Filme Internacional de Animação.
É o segundo ano consecutivo em que uma produção de Eduardo chega ao evento.Em 2025, We Are Carnaval foi finalista nas categorias Direção de Arte, Filme de Animação e Melhor Curta-Metragem, enquanto Chaos is King chegou à final em Filme de Animação e Filme Experimental.Entre 17 e 19 de setembro, The Gramophone também estará no Animaze – Montreal International Animation Film Festival 2026, no Cinéma du Musée.
A seleção oficial marcará a estreia internacional da produção.Antes de chegar ao Canadá, o curta foi exibido nos dias 28 e 29 de agosto no DJANHO! – Mostra Internacional e Interbairros de Cinema Fantástico de Curitiba, no Sesc Centro.
Além da estreia mundial, a participação representou a primeira exibição pública de um curta de Eduardo no Brasil.
Eduardo Stachow durante o DJANHO!, em Curitiba, onde The Gramophone fez sua estreia mundial - Foto: Divulgação “Tive a estreia pública de The Gramophone no DJANHO!, em Curitiba, e foi uma experiência muito boa do início ao fim.
Ver meu filme estreando em um evento assim foi um momento marcante para mim como cineasta”, afirma.Uma história contada sem palavrasEm um mundo silencioso, um robô segue uma melodia até uma casa abandonada.
No local, encontra um gramofone e experimenta emoções até então desconhecidas.
A chegada de outro robô transforma a descoberta em perigo e desencadeia uma perseguição.Para Eduardo, o curta representa o maior avanço de sua trajetória até agora, ao aproximar aspectos técnicos, narrativos e criativos que apareciam de maneira menos equilibrada nas produções anteriores.“Foi o projeto em que senti o maior avanço proporcional da minha carreira até o momento.
Qualidade técnica, originalidade e narrativa ficaram muito mais niveladas”, conta.
Cartaz de The Gramophone, curta de animação dirigido pelo cineasta baiano Eduardo Stachow - Foto: Divulgação Fundador da Stachow Pictures, o diretor e animador assume diferentes etapas da realização de seus filmes.
Atua como produtor, diretor, animador, diretor de arte, diretor de fotografia, diretor de som e editor, além de trabalhar na criação de ambientes, modelagem e rigging 3D.As exceções são as trilhas sonoras e contribuições pontuais de profissionais contratados.
Em Chaos is King, Eduardo também assinou a composição musical.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.