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Estresse no trabalho está ligado à disfunção erétil em homens jovens

Metrópoles ·
Estresse no trabalho está ligado à disfunção erétil em homens jovens

O estresse psicológico acumulado no trabalho pode estar relacionado à piora da função erétil em homens jovens.

Uma pesquisa publicada em 9 de setembro no International Journal of Clinical Practice identificou que, entre os participantes submetidos aos maiores níveis de pressão profissional, 54,37% apresentaram disfunção erétil.

O estudo envolveu 826 homens, de 22 a 40 anos, que trabalhavam em período integral e avaliou cinco aspectos da rotina profissional: horas trabalhadas, autonomia para tomar decisões, apoio dos supervisores, relacionamento com colegas e pressão por promoção.

Os pesquisadores também analisaram a função erétil e os níveis de cortisol, testosterona e outros hormônios.

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No grupo com menor estresse, 8,21% dos homens apresentaram disfunção erétil, enquanto a proporção chegou a 54,37% entre os mais estressados.

Após considerar outros fatores que poderiam interferir nos resultados, os homens do grupo de maior estresse apresentaram cerca de dez vezes mais chances de ter o problema em comparação aos menos estressados.

A jornada de trabalho também variou entre os grupos.

Os participantes com menor estresse trabalhavam, em média, 42,18 horas por semana, enquanto os mais estressados chegavam a 65,32 horas.

Ao mesmo tempo, maior pressão por promoção, menor autonomia, pouco apoio dos supervisores e relações piores com os colegas estavam entre os fatores considerados no índice criado pelos pesquisadores.

Cortisol e testosterona ajudam a explicar relação Os pesquisadores encontraram ainda alterações hormonais que podem ajudar a compreender a associação.

Com o aumento do estresse, os níveis de cortisol, hormônio ligado à resposta do organismo a situações estressantes, subiram, enquanto os de testosterona diminuíram.

Segundo a análise, a elevação do cortisol precedeu a queda da testosterona em duas a quatro semanas, enquanto as mudanças na testosterona apareceram de quatro a seis semanas antes da piora da função erétil.

Os autores consideram que a sequência pode indicar uma janela de seis a dez semanas para intervenções precoces.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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