Síndico denunciado por matar corretora é indiciado por usar dinheiro do condomínio em benefício próprio
Síndico Cleber Rosa, acusado de matar corretora Daiane Alves, é indiciado mais uma vez O síndico acusado de matar a corretora de Caldas Novas Daiane Alves de Souza, de 43 anos, e o filho dele foram indiciados pela Polícia Civil por usar dinheiro do condomínio onde morava em benefício próprio.
Entre os gastos de Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, está o valor de R$ 25,2 mil, que teria sido usado em postos de combustíveis, segundo documento da investigação obtido pela TV Anhanguera.
O g1 não conseguiu contato com a defesa de Cléber Rosa e do filho dele, Maicon Douglas, até a última atualização desta reportagem.
Cleber foi preso no dia 28 de janeiro e apontou onde havia deixado o corpo da corretora, que ficou mais de um mês desaparecida.
Também havia manutenções de veículos entre as despesas, no valor de R$ 4,4 mil, mas, segundo a polícia, a associação de moradores não tinha carro próprio. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Os desvios também teriam sido usados em contas de planos telefônicos entre 2023 e 2025, um gasto de R$ 3 mil.
Além disso, Cléber teria pago escrituras de imóveis usando o valor, o que totalizou o gasto de R$ 28,1 mil.
O documento descreve, ainda, que Cléber chegou a alugar um apartamento para uma pessoa como se o imóvel fosse dele e recebeu dois meses de aluguéis, resultando em um valor de R$ 2,6 mil.
O inquérito destacou que o prejuízo total causado à associação pelo síndico passa de R$ 106,4 mil.
Desse valor, R$ 18 mil teriam sido usados para pagar o escritório de advocacia que fez a defesa do Cléber no início do processo pela morte da corretora.
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Por isso, Maicon também foi indiciado.
"A pessoa que assumiu a presidência da associação suspeitou de algumas atividades, principalmente desse PIX mesmo para o Maicon Douglas, e a partir de então verificou outras coisas que também estranhou, contratou auditoria externa, que apontou uma série de inconsistências", relatou o delegado Tiago Ferrão à TV Anhanguera.
Cléber responde por homicídio qualificado e ocultação de cadáver e está preso desde janeiro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.