Bomba: Vaza o plano de Flávio Bolsonaro para aprovar e depois acabar com a escala 5×2
Uma bomba.
O PL se articula para votar a pauta da escala 6×1 em conjunto com o governo Lula, mas com um objetivo oculto nos planos para o futuro.
A estratégia indica que, caso Flávio Bolsonaro seja eleito, a intenção do grupo é aprovar posteriormente uma nova reforma trabalhista.
O plano consiste em fazer com que o trabalhador passe a receber por hora e fique sujeito a jornadas exaustivas de até 60 horas semanais, nos moldes do que ocorre na Argentina sob Javier Milei.
Ou seja: eles anulariam essa conquista logo no começo de um eventual mandato de Flávio.
Por isso é preciso esclarecer isso para a população.
É preciso conversar com o balconista de farmácia, com o entregador de pizza, com a manicure, com o pessoal que trabalha no cabeleireiro.
E também com os MEIs, porque as regras deles também mudariam depois, se por uma desventura Flávio vencer.
A prova clara é o tuíte publicado por Paulo Figueiredo, estrategista da campanha de Flávio Bolsonaro direto dos Estados Unidos, que coordena a rede de desinformação ao lado de Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha.
Na coletiva de imprensa em que tratou do assunto, o próprio candidato da extrema direita também deixou escapar que pretende mudar as regras posteriormente para “melhorar”, introduzindo o modelo de pagamento por hora.
A comparação com a situação argentina acende todos os sinais de alerta para a classe trabalhadora.
No país vizinho, a implementação desse modelo de precarização e a redução de salários e aposentadorias geraram um cenário de forte crise social, colapso de renda e descontentamento popular generalizado com o governo local.
É esse o espelho que o bolsonarismo oferece ao trabalhador brasileiro.
Defensores dos direitos trabalhistas, é hora de mobilização total.
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