Sandra Bullock conta por que fez pausa em comédias românticas nos anos 2000
Nos anos 1990, era comum ver a atriz Sandra Bullock vivendo mocinhas em comédias românticas.
Até que, em meados dos anos 2000, ela começou a despontar em alguns papéis dramáticos, como no filme “Crash: No Limite” (2004).
20 anos depois, Sandra Bullock falou sobre essa mudança em uma entrevista com a amiga Jennifer Aniston na revista Interview, via Variety.
Aniston perguntou à ela se já tinha feito uma escolha deliberada sobre o tipo de carreira que ela queria.
Bullock respondeu que sim, duas vezes.
A primeira foi antes de começar a atuar profissionalmente.
“Eu estava em Nova York, era garçonete e fazia testes para todos os tarados que me pediam para tirar as calças.
Eu pensava: ‘Não, esse papel não é para mim’.
Eu estava trilhando meu caminho.
Todo ator profissional pensa que nunca mais vai trabalhar, então você aceita o que aparece e tira o máximo proveito disso.” Leia Mais Indicada 8 vezes, Glenn Close ganhará Oscar honorário pela carreira Dia dos Namorados: filmes clássicos de romance serão reexibidos no cinema "Da Magia à Sedução 2" e mais: veja os lançamentos da semana O segundo momento foi justamente depois de fazer tantas comédias românticas.
“A única vez em que fui intencional em relação à minha carreira foi quando disse: ‘Preciso parar agora mesmo com as comédias românticas’, porque estava recebendo muitas críticas por causa delas.
E aceitei um papel em um filme chamado ‘Crash’… Eu queria começar a exercitar outros músculos .” Bullock trabalhou em diversas comédias românticas entre os anos 1990 e 2000 como “Enquanto Você Dormia” (1995), “No Amor e Na Guerra” (1996), “Quando o Amor Acontece” (1998), “ Da Magia a Sedução ” (1998), “Miss Simpatia” (2002), “Amor à Segunda Vista” (2002).
Depois disso, otros filmes do gênero marcaram sua carreira como “A Casa do Lago” (2006) e “A Proposta” (2009), mas intercalados com outros tipos de histórias.
Agora, Sandra Bullock revisita os romances com a continuação de “Da Magia à Sedução : Feitiço do Amor” (2026), em que volta a dar vida à Sally Owens e enfrentar a maldição de sua família, que mata os homens por quem suas mulheres se apaixonam.
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