Vorcaro pede a Fachin para restringir acesso a mensagens pessoais
A defesa de Daniel Vorcaro (foto), do Banco Master, pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que restrinja a divulgação de dados extraídos do celular do banqueiro. Os advogados alegam que há no aparelho conteúdos sem relação com as investigações que deveriam permanecer protegidos, especialmente mensagens e imagens envolvendo os filhos de...
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A defesa de Daniel Vorcaro (foto), do Banco Master, pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin , que restrinja a divulgação de dados extraídos do celular do banqueiro.
Os advogados alegam que há no aparelho conteúdos sem relação com as investigações que deveriam permanecer protegidos, especialmente mensagens e imagens envolvendo os filhos de Vorcaro e conversas com a defesa.
O pedido foi feito antes do julgamento marcado para terça-feira , 15, quando o plenário do STF analisará relatório da Polícia Federal sobre mensagens enviadas por Vorcaro a Alexandre de Moraes .
A sessão pode resultar na abertura de uma investigação sobre o ministro.
“Entre os materiais obtidos a partir dos aparelhos telefônicos apreendidos existem conteúdos que não guardam qualquer relação com os fatos investigados e dizem respeito exclusivamente à sua esfera privada”, dizem os advogados de Vorcaro.
A defesa quer que Fachin faça uma “ressalva expressa” de que a determinação para tornar públicos os documentos do caso “não compreende” conteúdos protegidos pela intimidade, vida privada ou por sigilo legal.
Para os advogados, a medida “preserva finalidade legítima do levantamento do sigilo, sem exposição indevida de informações estranhas à investigação” .
O pedido foi apresentado na noite de sábado, 12, após Fachin determinar que a PF informe, em 24 horas, quem mantém a custódia e qual é o estado do material extraído do aparelho .
Nos últimos dias, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes pediram acesso ao conteúdo integral do celular.
Zanin argumentou que “cabe a cada julgador definir os elementos necessários para a formação de sua convicção” e que impedir o acesso provocaria “severas dificuldades” no julgamento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.