domingo, 11 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Oposição israelense pede investigação contra Netanyahu por alterar registros do 7 de outubro› ‘Vim do futuro, moro na Argentina de Milei’: brasileiros alertam sobre plano econômico de Flávio Bolsonaro› Campanha de Lula aciona TSE por suposta ingerência da Meta› Índia prende líderes comunistas e do ‘Partido das Baratas’ por protestos contra o governo› Abbas adia eleições legislativas palestinas para 2027› Panamá: terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos 27 feridos› Após telefonema a Putin, Trump defende saída de Zelensky do poder na Ucrânia› Vencedora do Nobel da Paz rechaça sanções ‘inaceitáveis’ dos EUA contra TPI› Corinthians anuncia Shopee como patrocinador master até fim do Brasileirão› Fernandez e Alexandrova abrem o WTA de Wuhan na seguda-feira› Oposição israelense pede investigação contra Netanyahu por alterar registros do 7 de outubro› ‘Vim do futuro, moro na Argentina de Milei’: brasileiros alertam sobre plano econômico de Flávio Bolsonaro› Campanha de Lula aciona TSE por suposta ingerência da Meta› Índia prende líderes comunistas e do ‘Partido das Baratas’ por protestos contra o governo› Abbas adia eleições legislativas palestinas para 2027› Panamá: terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos 27 feridos› Após telefonema a Putin, Trump defende saída de Zelensky do poder na Ucrânia› Vencedora do Nobel da Paz rechaça sanções ‘inaceitáveis’ dos EUA contra TPI› Corinthians anuncia Shopee como patrocinador master até fim do Brasileirão› Fernandez e Alexandrova abrem o WTA de Wuhan na seguda-feira
Últimas

Anac espera reversão de casos de indisciplina até dezembro; judicialização é dada como certa

UOL Notícias ·
Anac espera reversão de casos de indisciplina até dezembro; judicialização é dada como certa

O diretor-geral da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, afirmou nesta segunda-feira, 14, que a autarquia espera uma "curva de redução" dos casos de passageiros indisciplinados na aviação civil perceptível a partir de dezembro de 2026, dada a aplicação das medidas definidas pela Resolução nº 800/2026.

Ainda não há uma meta estabelecida para medir o sucesso ou não das medidas, mas o diretor afirmou que ela pode ser estabelecida nos anos posteriores à implementação.

"Na primeira análise do impacto regulatório nós vamos saber em dezembro se esse número começou, pelo menos, a desacelerar em relação ao primeiro semestre do ano ... A partir dos próximos anos a gente pode criar métricas para entender. Mas, agora, a gente precisa reduzir o crescimento", afirmou durante coletiva de imprensa sobre o início das medidas. Passa a valer nesta segunda-feira o que determina a Resolução.

Os passageiros envolvidos em casos de indisciplina no transporte aéreo poderão ser multados em R$ 17,5 mil e ter o direito de voar suspenso por até 12 meses a partir desta segunda-feira. Segundo a Resolução, a suspensão poderá ser aplicada em casos considerados gravíssimos, como agressões físicas contra tripulantes, importunação sexual e tentativa de acesso à cabine de comando. Nesses episódios, o passageiro terá o nome incluído na relação nacional de pessoas com o acesso ao transporte aéreo suspenso.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), os episódios de indisciplina a bordo e nas áreas aeroportuárias vêm crescendo nos últimos anos. Em 2025, foram contabilizadas 1.764 ocorrências, uma média de quase cinco por dia. O resultado representa alta de 66% em relação a 2024, quando foram registrados 1.061 casos.

As companhias aéreas que operam voos domésticos regulares no País deverão compartilhar simultaneamente os dados dos passageiros impedidos de embarcar em uma lista nacional, informou a pasta.

Faierstein disse ainda que há o entendimento que a aplicação das definições da Resolução 800 irão resultar em alta de processos contra as companhias aéreas, mas que o processo é natural e não irá "abalar" o que ficou decidido. "Pode acontecer a judicialização. Vai acontecer a judicialização. Vai acontecer a discordância. Isso é normal, isso faz parte".

Conforme a resolução, as punições podem se encaixar em três níveis: atos ordinários, graves e gravíssimos.

Atos ordinários: condutas em solo ou a bordo que descumprem orientações ou causam distúrbios, como operar aparelhos eletrônicos proibidos em voo, recusar-se a seguir instruções de segurança da tripulação, causar tumulto ou desrespeitar outros passageiros com gestos ou palavras. Nesse caso, a companhia aérea deve adotar medidas de orientação formal por diálogo e ações para restabelecer a ordem.

Atos graves: cometer violência física contra passageiros ou funcionários em solo, agredir verbalmente ou ameaçar a tripulação afetando a segurança do voo, fumar a bordo, causar danos propositais à aeronave, ou fazer falsa comunicação de bomba ou armas.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›