5 dicas para ajudar crianças e adolescentes na mudança de escola no meio do ano
Embora a quebra de ciclo possa gerar insegurança, pequenas atitudes em casa podem tornar a mudança mais tranquila
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Mudar de escola no meio do ano letivo pode causar estresse, queda no rendimento acadêmico e receio de não ser acolhido pelos novos colegas. Segundo Meire Nocito, mestre em Psicologia da Educação e diretora institucional educacional do Colégio Visconde de Porto Seguro, algumas atitudes da família podem tornar esse processo de transição mais leve e seguro.
Validar os sentimentos e as preocupações da criança ou do adolescente diante da chegada a uma nova escola é uma atitude importante de acolhimento. Segundo Meire Nocito, é importante não tentar “negar” o desconforto de imediato.
“É normal sentir medo ou insegurança diante do desconhecido. Os pais devem praticar a escuta ativa, considerando aspectos relevantes abordados pelo seu filho nesse momento de transição, e aproveitar esse espaço de diálogo para pontuar as oportunidades que costumam acompanhar esse processo de mudança”, orienta.
O sentimento de pertencimento à nova escola deve receber um olhar cuidadoso durante o processo de adaptação. Relatos sobre novos amigos, atividades interessantes e educadores considerados boas referências podem indicar a construção de vínculos positivos.
“Nos primeiros dias de aula, promova momentos de descontração em família, para que naturalmente seu filho conte as experiências vividas na escola. O fator segurança é fundamental para que o aprendizado ocorra no ambiente escolar. O ser humano precisa se sentir socialmente seguro para conseguir aprender”, ressalta Meire Nocito.
Alinhar as expectativas de aprendizagem para o aluno que ingressa na metade do ano letivo é um fator relevante. Com um plano de ação pautado nas necessidades e demandas específicas do estudante, é possível apresentar uma proposta de orientação de estudos e evitar defasagens no processo de aprendizado de novos conteúdos.
“Agende uma conversa com a coordenação pedagógica ou orientação educacional da escola, para compartilhar os desafios pedagógicos do seu filho e traçar um plano de ação eficiente para eventuais defasagens”, destaca a especialista.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.