Candidata à Presidência fará vigília em Brasília para acompanhar sessão do STF
A candidata do DC à Presidência, Clariana Barão, realizará uma vigília em Brasília, durante a sessão do STF desta terça-feira que analisará o relatório da Polícia Federal que apontou a troca de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Clariana promete “mostrar o DNA masculino desta crise que paralisou a atual campanha presidencial, sequestrando a atenção dos eleitores.
Afinal, dos 11 integrantes da Suprema Corte, há apenas uma mulher”.
De acordo com ela, a intenção da vigília é chamar atenção para “como os problemas reais da maioria da população brasileira, ou seja das mulheres, são relegados a promessas sem viabilidade alguma”.
O Supremo divulgou nesta segunda-feira como será o rito –ou seja, a ordem e as etapas– do julgamento.
Havia dúvida sobre como funcionaria a sessão porque ela será inédita: nunca antes o STF analisou um caso que implica um de seus próprios integrantes.
O início está marcado para as 10h (horário de Brasília).
Depois dos procedimentos iniciais, o relator do caso –o presidente da Corte, ministro Edson Fachin — lerá o relatório.
Em seguida, a Procuradoria-Geral da República pode se manifestar, e os envolvidos no caso poderão fazer sustentações orais.
Continua após a publicidade Ao fim das manifestações, Fachin apresentará seu voto.
Depois, os demais ministros votarão por ordem crescente de antiguidade –do mais novo ao mais antigo.
Começa com Flávio Dino , seguido por Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e, por fim, Gilmar Mendes.
Ainda não se sabe, no entanto, quem poderá votar no julgamento: há dúvidas se Moraes, Mendonça, Toffoli e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, poderão participar, porque estão envolvidos diretamente no caso.
Continua após a publicidade A sessão será aberta e transmitida ao vivo pela TV Justiça.
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