Celular é proibido na hora da votação; veja colinha eleitoral com ordem da urna
Celular é proibido na cabine de votação nas Eleições 2026, e anotar antes os números dos candidatos ajuda a evitar erros e reduzir filas.
Ordem de votação na urna no primeiro turno, dia 4 de outubro, terá seis etapas. A sequência será: deputado federal, deputado estadual, senador (1ª vaga), senador (2ª vaga), governador e presidente da República.
Colinha eleitoral em papel é recomendada para agilizar a votação. O TSE disponibilizou um modelo para download e impressão com os cargos na mesma ordem exibida na urna.
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Cada cargo exige uma quantidade diferente de números para confirmar o voto. Para deputado federal, o eleitor digita quatro dígitos; para deputado estadual, cinco; para senador, três; e para governador e presidente, dois.
Conferir a tela e apertar 'Confirma' é necessário em cada etapa. Depois de escolher o candidato ou a candidata, o eleitor deve checar nome e foto exibidos e confirmar o voto antes de passar ao próximo cargo.
Uso de celular e outros eletrônicos é vetado na cabina para proteger o sigilo do voto. A restrição está no artigo 23 da Resolução TSE nº 23.759/2026, que também proíbe câmeras, filmadoras e qualquer equipamento eletrônico durante a votação.
Celular pode ser usado apenas na identificação do eleitor, fora da cabina. A Justiça Eleitoral permite o uso do aparelho para mostrar o e-Título (quando o aplicativo exibe a foto) ou para apresentar documentos digitais oficiais, como CNH Digital e RG Digital.
Eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes para o Senado em 2026. Isso ocorre porque o pleito renova dois terços da Casa, com 54 das 81 cadeiras em disputa, já que o mandato de senador é de oito anos.
Voto para senador é nominal e exige três dígitos, sem opção de votar só na legenda. Se o eleitor digitar apenas os dois números do partido, a urna não deixa avançar; e, se insistir em um número inválido, o voto é anulado para o cargo.
Eleição para o Senado segue o sistema majoritário e não tem segundo turno. Em cada estado, entram os dois candidatos mais votados, e o eleitor só pode escolher nomes registrados no seu estado de domicílio eleitoral.
Justiça Eleitoral oferece um simulador para quem quer se familiarizar com a urna. A ferramenta pode ser acessada pelo celular ou pela internet e reproduz a ordem de votação com candidatos fictícios.
Treino permite passar pelas seis etapas e testar a colinha eleitoral. Durante a simulação, o eleitor pode anotar os números dos candidatos fictícios e praticar a sequência antes do primeiro turno.
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