Clubes paranaenses se posicionam sobre redução de estrangeiros no futebol brasileiro
Dono da SAF do Londrina explica as próximas propostas dos clubes para a CBF Representantes paranaenses nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro, Athletico, Coritiba, Londrina e Operário-PR votaram na proposta da CBF em reduzir o número de estrangeiros no futebol brasileiro partir da próxima temporada.
CBF reduz número de jogadores estrangeiros no Brasileirão ✅ Clique aqui e siga o canal do ge PR no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google A reunião entre a entidade e os clubes aconteceu na segunda-feira, no Rio de Janeiro, e terminou com a aprovação da pauta.
Do quarteto do Paraná, apenas o Londrina se posicionou contrário à mudança.
Dupla Athletiba O Athletico, representada no encontro pelo diretor esportivo e de futebol Márcio Lara, votou favorável à proposta.
O clube entende que a mudança é "muito boa e necessária" e impulsiona atenção maior aos jogadores formados nas categorias de base, ampliando a utilização no time principal. + Saiba mais dos motivos do Athletico em aceitar a proposta Já o Coritiba marcou presença através do head esportivo William Thomas e também optou pelo "sim".
No entanto, o clube não retornou à tentativa de contato do ge sobre os motivos da decisão.
Reunião entre CBF, clubes e federações definiu mudanças importantes para as próximas temporadas do Brasileirão Thiago Ribeiro / Staff Images / CBF Série B O Operário-PR analisa a medida como positiva para o cenário nacional.
Em contato com a reportagem, o presidente do grupo gestor do clube, Álvaro Góes, ainda sugeriu uma nivelação do salário dos jogadores. - Nós temos que abaixar o nível de salário por série.
Série C é um valor limite, Série B outro.
Não tem como sustentar do jeito que estão as coisas, precisa haver muita mudança no futebol brasileiro.
Eu até sugeriria que espelhassem o sistema do futebol americano.
É liberado cada time ter um medalhão, pagar o que quiser e o resto dos outros atletas a um nível acessível, que todos sejam iguais.
Álvaro Góes, presidente do grupo gestor do Operário-PR Nelson Terme/ CBF O Londrina foi um dos poucos clubes contrários à sugestão da CBF, junto de Bahia e Flamengo.
O dono da SAF alviceleste, Guilherme Bellintani, explicou o motivo do voto em entrevista à imprensa no Rio de Janeiro. - A queda do número de estrangeiros abre mais espaço para o jogador brasileiro e, teoricamente, há uma tendência de abrir mais espaço para o jogador jovem.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.