Corretora é suspeita de dar golpe de mais de R$ 100 mil por meio de consórcios imobiliários em Goiás; vídeo
Corretora é suspeita de dar golpe de mais de R$ 100 mil em consórcios imobiliários Uma corretora de consórcios de Anápolis , na região central de Goiás, está sendo investigada por supostamente ter dado golpes em uma goiana de Indiara, que mora em Portugal.
Além dela, outras sete pessoas também teriam sido lesadas por meio de cartas de consórcios imobiliários que, segundo as vítimas, foram canceladas por falta de pagamento.
Uma delas, a que levou as outras a entrarem no suposto negócio, desembolsou mais de R$ 100 mil.
A principal vítima é a empreendedora Maria de Fátima Pires da Silva, goiana que mora há mais de 20 anos em Portugal.
Em entrevista ao g1, ela contou que conheceu a corretora, Julliana de Freitas Pinheiro, pelas redes sociais, em 2024.
Ao pensar que estava diante de uma boa oportunidade de investimento, ela indicou o negócio para outras sete pessoas, entre parentes e amigos. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O g1 entrou em contato com Julliana, que disse que se manifestaria apenas por meio do seu advogado.
Em nota, o advogado Marcus Vinicius Holanda Serra disse que a cliente não cometeu crimes, mas houve "um desacerto comercial e problemas no casamento".
"Hoje ela se encontre em estado de vulnerabilidade emocional.
A família está ajudando-a a resolver essa situação também e todos estão sendo ressarcidos, assim como se comprova pela pagamentos já feitos", disse o advogado.
Segundo Maria de Fátima, quatro contratos de consórcios foram feitos em seu nome: um de R$ 3 milhões; outro de R$ 1 milhão e dois de R$ 250 mil cada.
Apenas as parcelas iniciais foram efetivamente pagas.
Como ela não sabe lidar com internet, ela repassava os valores mensalmente para a Julliana, que dizia estar pagando as parcelas à administradora dos consórcios, mas isso não acontecia.
Corretora de consórcios de Anápolis é investigada por supostamente dar golpe em clientes; à esq., falso comprovante de contemplação enviado à vítima Arquivo pessoal/ Gabrielly Santos Silva O prejuízo da empreendedora totalizou R$ 109, 7 mil.
No entanto, como as administradoras dos consórcios reembolsaram o que havia sido pago por ela, cuja soma deu R$ 23.802, o prejuízo atual é de R$ 86.292.
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