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Mortes, mutilações e suspeita de alunos operando pacientes: o que a polícia apura em clínica do Rio

G1 Rio de Janeiro ·
Mortes, mutilações e suspeita de alunos operando pacientes: o que a polícia apura em clínica do Rio

Polícia investiga mortes e denúncias em clínica de cirurgias plásticas no RJ A morte de três mulheres após cirurgias estéticas e os relatos de outras pacientes que ficaram com sequelas graves colocaram uma clínica da Zona Sul do Rio de Janeiro no centro de uma investigação da Polícia Civil.

O inquérito apura suspeitas de irregularidades em procedimentos cirúrgicos, incluindo a possível participação de alunos de pós-graduação em operações realizadas sem o conhecimento das pacientes.

Além dos casos que terminaram em morte, a investigação reúne denúncias de pelo menos outras 24 mulheres que relataram complicações, infecções, necroses e deformidades após procedimentos realizados na clínica.

Uma das vítimas foi a técnica de enfermagem Isabelle, de 42 anos.

Mãe de três filhos, ela se internou para fazer uma cirurgia plástica no abdômen e morreu após sofrer várias paradas cardíacas durante o procedimento.

"Minha filha saiu toda animada para fazer essa cirurgia.

Antes dela entrar para a sala, falou: 'Mãe, já estou indo.

Benção'.

Nunca mais ela voltou para mim", relatou a mãe da vítima.

Segundo a família, o médico responsável pela anestesia havia se formado em 2023 e não possuía especialização na área, requisito obrigatório para exercer a atividade. 'Todas foram cobaias': clínica no Rio é investigada por mortes e mutilações em cirurgias plásticas Mortes, mutilações e suspeita de alunos operando pacientes: o que a polícia apura em clínica do Rio Reprodução/TV Globo Outra morte após complicações Menos de um mês antes, outra paciente, Jéssica, de 32 anos, também morreu após passar por procedimentos na mesma unidade.

Segundo o marido, ela retornou à clínica porque não estava satisfeita com o resultado de uma cirurgia anterior e foi convencida a realizar uma remodelação costal, técnica proibida no Brasil para fins estéticos.

De acordo com o relato da família, uma perfuração intestinal desencadeou uma série de complicações.

Jéssica passou cerca de dois meses internada e foi submetida a inúmeras cirurgias antes de morrer em decorrência de uma infecção generalizada.

"Aí virou o nosso pesadelo", disse o marido.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.

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