Preview: Star Wars Zero Company uma nova maneira de jogar
A pergunta mais curiosa sobre Star Wars Zero Company não é se a fórmula funciona.
É por que demoramos tanto para receber um jogo assim.
Star Wars sempre foi uma história sobre pequenos grupos enfrentando forças muito maiores.
Rebeldes improvisam ataques, soldados procuram posições melhores e aliados improváveis vencem porque conseguem agir como uma equipe.
Transformar tudo isso em um jogo tático por turnos parece tão natural que chega a ser estranho lembrar que a franquia nunca havia explorado a ideia com essa profundidade.
Zero Company finalmente ocupa esse espaço.
E o melhor sinal deixado por suas primeiras horas é que ele não parece uma experiência de estratégia tentando vestir a roupa de Star Wars.
A galáxia, os personagens e as batalhas realmente encontram sentido dentro da proposta.
Não é preciso ser veterano em jogos táticos A comparação com XCOM será inevitável.
Os combates possuem cobertura, chances de acerto, vigilância, habilidades especiais e personagens que podem morrer permanentemente.
A própria Bit Reactor reúne profissionais que trabalharam na conhecida série da Firaxis.
Zero Company, porém, não exige que o jogador chegue carregando toda essa bagagem.
Os primeiros confrontos apresentam as regras de maneira gradual e permitem entender rapidamente o valor de cada movimento.
É possível reposicionar um operador, procurar proteção, atacar ou preparar uma área de vigilância para atingir inimigos durante o turno adversário.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.