A maldição do vencedor
Especialmente em momentos de polarização afetiva, esperamos o pior de nossos semelhantes.
Tentando ver o lado menos lúgubre das coisas, acho que dá para afirmar que humanos não somos tão maus quanto hoje pode parecer.
Como espécie, somos cooperativos.
Nosso impulso inicial é o de colaborar com o próximo, mas também não somos trouxas.
Deixamos de cooperar a partir do instante que o próximo dá sinais de que não é um parceiro confiável.
Faz sentido que seja assim.
Se fôssemos seres totalmente egoístas e perfeitamente racionais, sempre empenhados em maximizar ganhos, não teríamos ido muito além do Pleistoceno.
Leia mais (10/17/2026 - 14h00)
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.