Fundo saudita prepara venda do Al-Nassr com Cristiano Ronaldo como sócio
O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) está preparando o caminho para a venda do Al-Nassr , clube de Cristiano Ronaldo.
Segundo informações do site norte-americano Semafor , o fundo pretende quitar dívidas da equipe e ampliar os investimentos para tornar o negócio mais atrativo a possíveis compradores.
De acordo com uma fonte ligada à RedBird Capital Partners , grupo de investimentos que controla o Milan, o PIF deve liquidar 800 milhões de riais sauditas (cerca de R$ 1 bilhão) em dívidas do Al-Nassr, o equivalente a cerca de 190 milhões de euros.
O fundo também pretende injetar mais recursos por meio de patrocinadores.
Dona do Milan aparece entre os interessados Segundo o Semafor , a RedBird , que também controla o Toulouse e possui participação minoritária no Liverpool , poderá avançar em breve para a compra do Al-Nassr.
O negócio é estimado em aproximadamente 1 bilhão de riais sauditas (aproximadamente R$ 1,3 bilhão).
Leia Mais Ten Hag detona falta de dedicação de Cristiano Ronaldo: "Não corria" Após multa e suspensão, Cristiano Ronaldo não deve mais jogar por Portugal Ex-United diz que Manchester City "não mereceu" títulos da Premier League Cristiano Ronaldo , por sua vez, deverá ficar com uma participação de 20% no clube.
A transferência do Al-Nassr para a iniciativa privada também poderá envolver outras empresas, incluindo companhias sauditas.
O atacante português já investe em diferentes setores da economia, como mídia, água engarrafada, hotelaria, artigos de luxo para casa e futebol.
A possível entrada no grupo de acionistas do Al-Nassr, portanto, ampliaria sua atuação como empresário no esporte.
Cristiano Ronaldo já tem participação em clube espanhol A aquisição de uma fatia do Al-Nassr não seria a primeira experiência de Ronaldo como acionista de um clube de futebol.
O português já detém 25% do Almería , equipe que disputa a segunda divisão do Campeonato Espanhol.
No verão europeu passado, outro clube saudita também passou por um processo de privatização.
O Al-Hilal, principal rival do Al-Nassr, teve 70% de suas ações vendidas à Kingdom Holding, empresa privada de investimentos saudita ligada à família real.
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