PL, UP e PSOL têm mais candidatos ao Senado nas eleições de 2026
O PL (Partido Liberal), a UP (Unidade Popular) e o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) concentram o maior número de candidaturas ao Senado nas eleições de 2026.
Juntas, as três siglas apresentaram 77 dos 317 pedidos de registro para disputar as 54 cadeiras que serão preenchidas em outubro.
O PL aparece no topo da lista, com 33 candidatos, distribuídos por 25 das 27 unidades da Federação.
A UP tem 23 nomes e o PSOL, 21.
Na sequência estão o MDB e o PT , ambos com 19 candidaturas.
O DC soma 18; o PSTU , 17; e o PSD e o Novo têm 15 cada.
O PCO registra 14 nomes; o Republicanos , 12; e o Democrata , 11.
Leia Mais: Senado terá 13 integrantes que não disputarão eleições Após liberação de R$2,3 bilhões, PL terá maior fatia do fundo eleitoral Dino determina que emendas indicadas por dirigentes partidários são nulas Das 30 legendas com registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 29 apresentaram candidatos ao Senado.
O PC do B é o único sem nome próprio na disputa.
A sigla integra a Federação Brasil da Esperança, formada também por PT e pelo PV .
Veja o ranking de distribuição por partido: Partido Liberal (PL): 33 Unidade Popular (UP): 23 Partido Socialismo e Liberdade (PSOL): 21 Movimento Democrático Brasileiro (MDB): 19 Partido dos Trabalhadores (PT): 19 Democracia Cristã (DC): 18 Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU): 17 Partido Social Democrático (PSD): 15 Partido Novo: 15 Partido da Causa Operária (PCO): 14 Republicanos: 12 Democrata: 11 Progressistas (PP): 10 Partido Socialista Brasileiro (PSB): 10 União Brasil: 10 Avante: 8 Partido Democrático Trabalhista (PDT): 8 Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB): 8 Agir: 7 Podemos: 7 Mobilização Nacional (Mobiliza): 6 Rede Sustentabilidade (Rede): 6 Partido Missão: 6 Cidadania: 3 Partido Renovação Democrática (PRD): 3 Partido Comunista Brasileiro (PCB): 2 Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB): 2 Partido Verde (PV): 2 Solidariedade: 2 Os dados consideram os pedidos de registro apresentados à Justiça Eleitoral .
Os nomes ainda passam por julgamento dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais), que analisam se os candidatos cumprem as condições exigidas pela legislação.
As decisões podem ser alvo de recurso ao TSE, o que significa que o quadro ainda pode sofrer alterações.
Neste ano, os estados e o Distrito Federal elegerão dois senadores cada.
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