Golpes, falências e fraudes: quem protege o dinheiro do investidor?
Golpes, falências e fraudes: quem protege o dinheiro do investidor? Quando uma instituição financeira quebra ou uma operação é fraudada, o investidor não está necessariamente sozinho.
O mercado brasileiro conta com mecanismos criados para reduzir prejuízos e dar mais segurança às aplicações.
O FGC , o Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (MRP), o Mecanismo Especial de Devolução (MED) e ferramentas do Banco Central atuam em situações diferentes.
Essas estruturas não funcionam como uma garantia automática para qualquer investimento.
Cada uma tem regras, limites e condições específicas.
Além disso, a prevenção começa antes da aplicação, com a checagem da instituição, do produto e da promessa de rentabilidade.
FGC: proteção para alguns investimentos O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) funciona de forma semelhante a um seguro para determinados produtos financeiros.
A cobertura chega a R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, quando o Banco Central decreta intervenção, liquidação ou falência.
Estão entre os produtos cobertos depósitos à vista e de poupança, CDBs, RDBs, letras de crédito imobiliário (LCI), letras de crédito do agronegócio (LCA) , letras de câmbio e algumas operações compromissadas.
Existe ainda um limite global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.
Assim, quem já recebeu R$ 250 mil em quatro instituições liquidadas não terá uma nova cobertura dentro desse período.
Em junho de 2026, o FGC criou novas diretrizes, incluindo o Ativo de Referência, indicador usado para acompanhar a qualidade, a diversificação e a transparência dos ativos de instituições que captam recursos protegidos pelo fundo.
A mudança busca evitar que a garantia seja usada para sustentar ofertas de retorno muito acima do mercado.
MRP e MED atuam em situações diferentes O MRP é administrado pela BSM Supervisão de Mercados , ligada à B3.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.