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Equoterapia transforma vida de jovens com deficiências e transtornos no DF

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Equoterapia transforma vida de jovens com deficiências e transtornos no DF

Todas as quintas-feiras, Isaac Aquino dos Santos, 8 anos, acorda animado para vestir a roupa da equoterapia .

O garoto, que tem autismo nível 3 de suporte e deficiência intelectual, já sabe que é dia de encontrar os cavalos e participar das atividades no Campus de Planaltina do Instituto Federal de Brasília ( IFB ).

Para a mãe, Daniela Aquino, de 35 anos, a mudança desde o início do tratamento é evidente no filho.

“O Isaac é outra criança”, afirma.

A equoterapia é recomendada para pessoas com síndrome de Down, síndrome de Rett (distúrbio neurológico que causa perda progressiva de habilidades motoras), transtorno do espectro autista (TEA), depressão, paralisia cerebral, acidente vascular cerebral (AVC) e distrofia muscular.

Veja Vídeo: Durante as sessões, que duram cerca de 50 minutos e ocorrem uma vez por semana, são trabalhados aspectos como postura, equilíbrio, coordenação motora, controle corporal, comunicação e socialização.

Em agosto, Isaac completou três anos de equoterapia.

Segundo Daniela, além do desenvolvimento motor, o menino apresentou avanços na socialização, no controle corporal e na autonomia.

A mãe conta que o próprio psiquiatra acompanha os relatórios produzidos pela equipe e pela escola, e considera a equoterapia a atividade em que o filho apresenta maior evolução.

8 imagens Fechar modal.

1 de 8 A equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento físico, psicológico e social, no Instituto Federal de Brasília (IFB), em parceria com a Secretaria de Educação do DF FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 2 de 8 Isaac Aquino dos Santos, de 8 anos, participa de sessões de equoterapia no Campus Planaltina do Instituto Federal de Brasília (IFB) BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 3 de 8 O menino, que tem autismo nível 3 de suporte e deficiência intelectual, completou três anos de acompanhamento com a equipe de equoterapia em agosto BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 4 de 8 Isaac passou a apresentar avanços na coordenação motora, na socialização, no controle corporal e na autonomia após iniciar as sessões BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 5 de 8 Emanuelle Lopes, de 13 anos, participa da equoterapia há vários meses.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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