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Sobrevivente de queda de helicóptero em SP teria usado identidade falsa

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Sobrevivente de queda de helicóptero em SP teria usado identidade falsa

Um dos três sobreviventes da queda de um helicóptero em Iaras, no interior de São Paulo , é suspeito de ter fornecido uma identidade falsa aos policiais durante o atendimento da ocorrência, segundo a Polícia Militar. Ele também teria registros por tráfico e roubo.

Identidade apresentada não conferiu com os registros policiais. De acordo com a PM-SP, o homem forneceu dados pessoais que divergiam de sua identidade real. Consultas aos sistemas da corporação, incluindo o Muralha Paulista, apontaram inconsistências nas informações.

Nome apresentado aparece em registros por tráfico e roubo. Segundo a PM, a identidade atribuída ao homem possui registros anteriores relacionados aos dois crimes. A corporação, porém, ainda não confirmou que essa seja a identidade verdadeira do sobrevivente.

Identidade será confirmada por exame datiloscópico. A Polícia Militar informou que aguarda o resultado da coleta das impressões digitais para confirmar oficialmente quem é o homem. Até a conclusão da verificação, as informações sobre sua identidade são preliminares.

PM passou a tratar o caso também como ocorrência criminal. Além do atendimento às vítimas da queda, a corporação informou que identificou outras irregularidades durante as verificações e encaminhou as informações à Polícia Civil, que deverá investigar o caso.

Segundo a PM, um dos envolvidos era procurado pela Justiça. De acordo com a corporação, um dos ocupantes do helicóptero constava como procurado pela Justiça. A PM não esclareceu, no entanto, se esse homem é o mesmo sobrevivente que apresentou a identidade divergente.

O piloto já havia sido preso por tráfico, segundo a PM. A corporação informou ainda que, a princípio, consta que o piloto do helicóptero já foi preso anteriormente por envolvimento com tráfico de drogas.

Ocorrência foi registrada por três crimes. De acordo com a PM, o caso foi registrado como atentado contra a segurança de transporte aéreo, lesão corporal e captura de procurado.

Investigação criminal será conduzida pela Polícia Civil. As informações levantadas pela Polícia Militar foram encaminhadas à corporação, que deverá apurar as circunstâncias das irregularidades identificadas após a queda.

A investigação sobre a queda segue separada. O acidente também é apurado pelas autoridades aeronáuticas, que devem investigar as circunstâncias da queda do helicóptero e os fatores que contribuíram para a ocorrência.

Aeronave tinha certificados cancelados e vencidos. O CA (Certificado de Aeronavegabilidade) estava cancelado. O RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro), da Anac, mostra que o certificado, que comprova que uma aeronave está em condições técnicas para realizar voos, estava cancelado. O CVA (Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade), por sua vez, estava vencido e tinha como data de validade 30 de maio de 2019.

O CVA comprova a condição de aeronavegabilidade. Segundo a Anac, o documento atesta que as ações de manutenção requeridas foram realizadas e que a aeronave permanece em condições de aeronavegabilidade.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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