Campanha de Flávio contesta derrubada de decisão contra ‘Exército de Lula’: ‘Estarrecedora’
A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (11) classificou como “estarrecedora” a decisão do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, que determinou o restabelecimento do canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp.
Em nota, a campanha fala em “descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral” “Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder.
Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos.”, diz a nota.
Na decisão, Ricardo Villas Bôas Cueva, não há provas suficientes para justificar o bloqueio integral da ferramenta.
O magistrado também questionou a apresentação de pedidos semelhantes pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em procedimentos diferentes.
Neste domingo (11), o ministro Kassio Nunes Marques, determinou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, impedisse novas publicações e a entrada de seguidores no canal administrado por Janones, apelidada de “Exército do Lula”.
O presidente do TSE considerou que o grupo funcionava como uma central de distribuição de conteúdos , com orientações para que seguidores reproduzissem mensagens simultaneamente em diferentes redes sociais.
Entre as publicações examinadas estavam informações falsas que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta proposta de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil, além de acusações de envolvimento com milícias e afirmações de que o candidato reduziria aposentadorias e benefícios sociais.
Confira nota completa É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula.
O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma.
É acintoso.
As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos.
Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral.
Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jovempan.com.br — o conteúdo pertence a Jovem Pan.