Maguinha Malta defende penas mais duras e fim de indulto para criminosos
Candidata ao Senado pelo PL, Maguinha Malta afirmou que, se for eleita, vai defender em Brasília penas mais duras para criminosos e o fim dos indultos. As respostas foram dadas durante sabatina promovida por A Gazeta e CBN Vitória na manhã desta sexta-feira (18), realizada no auditório da Rede Gazeta, em Vitória.
Com condução da colunista de Política Letícia Gonçalves, a conversa teve a participação dos também colunistas Vitor Vogas e Vilmara Fernandes e encerrou o ciclo de sabatinas com os concorrentes ao Senado, promovido ao longo da semana.
Indagada sobre o que vai levar de propostas para Brasília, sobretudo em relação ao combate à violência contra a mulher, a candidata afirmou ser a favor do endurecimento da legislação e penas para crimes, “sejam eles quais forem”. Defendeu, ainda, a restrição da progressão de regime para conter a sensação de impunidade no país.
“Sou a favor de nós endurecermos cada vez mais a legislação no que diz respeito a penas para crimes, sejam eles quais forem, crimes hediondos, porque crime contra o ser humano é crime contra o ser humano. Não faço essa distinção de se é mulher, se é homem, se cometeu crime, se atentou contra a vida de um ser humano. Acho que tem que pagar e tem que ser penas duras”, declarou.
A candidata também foi questionada sobre o que vai propor no Senado para aumentar a resposta punitiva para crimes, principalmente aqueles nos quais as mulheres são vítimas. Maguinha defendeu o uso de tornozeleiras eletrônicas em agressores e o aumento de repasses para redes de acolhimento e suporte psicológico às vítimas de violência.
“O uso da tornozeleira é importante, mas eu vou além. Precisamos endurecer penas e acabar com essa coisa de progressão de regime, de indulto. Porque isso, não falando somente agora com relação às mulheres, traz para quem comete crime no Brasil uma sensação de impunidade muito grande”, afirmou.
Ainda sobre elaborar medidas em defesa da população feminina, principalmente as vítimas em situação de violência, a postulante ao Senado enfatizou que, se for eleita, vai investir em políticas que ajudem mulheres que estão nessa condição.
"Quero ser uma incentivadora e destinar recursos para investimento também em cursos profissionalizantes para essas mulheres em situação de violência, porque eu acho muito importante. Nós precisamos acolhermos essas mulheres", disse.
Segurança e saúde Ainda sobre segurança pública, Maguinha posicionou-se a favor do enquadramento de grupos como Primeiro Comando na Capital (PCC) e Comando Vermelho como organizações terroristas. Ela disse ser favorável a cooperação internacional para asfixiar o braço financeiro dessas entidades.
"O combate tem de ser do Brasil, por conta da soberania. Mas, quando há esse aparato legal, quando há esse reconhecimento, o Brasil vai inclusive poder contar com ajuda internacional para fazer esse combate aqui. Efetivamente, quem vai combater? O Brasil. Ma sabemos que o braço financeiro dessas organizações, dessas facções, está no mundo inteiro", pontuou.
Em relação à saúde, Maguinha declarou ser favorável à vacinação como política pública regular e ressaltou que sua carteira vacinal de rotina está atualizada .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).