Lula e Janja recebem o ator e ativista Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja da Silva receberam nesta quarta-feira (2) o ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio no Palácio do Planalto, em Brasília.
O encontro teve início por volta das 13h e contou também com a presença de representantes da Re, organização ambiental sem fins lucrativos da qual o artista participou da fundação.
Criada em 2021, a Re trabalha na recuperação de ecossistemas e na proteção de espécies ameaçadas de extinção.
A entidade desenvolve projetos em parceria com comunidades locais, povos indígenas, governos e cientistas, com atuação voltada à conservação ambiental em diferentes regiões do mundo.
A reunião com Lula e Janja acontece em um momento de atenção internacional às políticas ambientais brasileiras e à preservação de biomas como a Amazônia.
DiCaprio é conhecido por seu ativismo em defesa do meio ambiente e, ao longo dos anos, tem utilizado sua projeção internacional para chamar atenção para as mudanças climáticas, o desmatamento e a conservação da biodiversidade.
DiCaprio já foi alvo de acusações de Bolsonaro A visita de Leonardo DiCaprio ao Palácio do Planalto também retoma um episódio ocorrido durante o governo de Jair Bolsonaro .
Em 2019, o então presidente acusou publicamente o ator e a organização WWF de financiar queimadas criminosas na Amazônia.
Na ocasião, Bolsonaro não apresentou provas que sustentassem a acusação.
A declaração ocorreu em meio à repercussão da prisão de quatro brigadistas em Alter do Chão, no Pará.
Eles eram investigados sob suspeita de provocar incêndios com o objetivo de obter doações para organizações ambientais.
As prisões foram questionadas por entidades ambientalistas.
Posteriormente, o Ministério Público do Pará afirmou que não havia indícios de envolvimento dos brigadistas nos incêndios e informou que também investigava a possibilidade de participação de grileiros na região.
O responsável pela investigação da Polícia Civil chegou a ser afastado, e os quatro brigadistas foram soltos por determinação da Justiça.
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