Coordenador da campanha de Lula diz que ‘houve boicote’ no transporte em capitais governadas pela oposição ao PT
Coordenador da campanha de Lula diz que ‘houve um boicote’ do transporte O coordenador da campanha de reeleição do presidente Lula (PT), o senador Camilo Santana, disse que “houve um boicote claro nas capitais” governadas pela oposição do PT ao citar a suposta interferência no transporte público ocorrida neste domingo (25), segundo turno das eleições.
“Houve um boicote, claramente, nas capitais, principalmente no Nordeste, que são oposições aos governadores, como Salvador [Bahia] e São Luís [Maranhão].
Boicotaram o transporte público.
Isso não existe numa democracia.
O povo tem direito de escolher”, declarou.
Para Camilo, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) veio tarde, sem conseguir corrigir os efeitos do caos no transporte ocorrido durante todo o dia em cidades como Salvador, São Paulo e São Luís.
“A decisão [de prorrogar a votação em duas horas] é para garantir que as pessoas possam votar.
O problema é que saiu depois que elas estavam fechadas.
Em muitas sessões, estão cortando o direito de as pessoas votarem”, disse.
“Nós vamos avaliar agora, sentar com a coordenação para avaliar”, afirmou.
Santana pontuou que o suposto boicote promovido por prefeitos como Ricardo Nunes (MDB) e Bruno Reis (União Brasil) fere a lisura da eleição no Brasil e a visão que a democracia brasileira tem no exterior.
O comentário foi feito na chegada do coordenador ao Hotel Intercontinental, em São Paulo, onde a equipe da campanha de Lula aguarda a apuração dos votos deste domingo (25).
À TV Globo, o prefeito Ricardo Nunes afirmou, por mensagem, que a frota de ônibus da capital paulista está maior do que a demanda, mas não informou os números.
“Nenhum eleitor está sem atendimento na cidade." Presidente do PT diz que houve crime Presidente do PT diz que falta de ônibus em SP e Salvador caracteriza crime O presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse na tarde deste domingo (25) que “é muito grave” a tentativa de interferência no processo eleitoral por parte de prefeitos de várias cidades do Brasil ao não disponibilizar a quantidade necessária de ônibus para os eleitores no segundo turno.
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