Yan Lopes (Podemos) presta depoimento à Comissão Processante, em Caçapava
Yan Lopes (Podemos), durante depoimento na Câmara Municipal, em Caçapava (SP) Bruna Capasciutti/TV Vanguarda O prefeito de Caçapava (SP), Yan Lopes (Podemos), prestou depoimento à Comissão Processante da Câmara Municipal na tarde desta quinta-feira (8).
Ele é investigado por uso de recursos para subsidiar a tarifa do transporte público (saiba mais abaixo).
Nesta quarta-feira (7), a Comissão havia decidido anular os depoimentos das testemunhas que já haviam sido ouvidas em setembro, após a defesa alegar cerceamento do direito de defesa e questionar a forma como as oitivas anteriores haviam sido realizadas.
Antes de Yan Lopes começar a falar, o advogado pediu a palavra e citou o que considera nulidades do processo.
O prefeito aceitou dar continuidade ao depoimento e criticou o que classificou como parcialidade da tia dele, a vereadora Fran Miranda (PL), presidente da Comissão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp "O que eu requeiro, junto à minha defesa, para que a gente possa continuar a oitiva de hoje, de forma voluntária, espontânea e com lisura, que a Comissão declare a senhora Franciane Miranda, minha tia, não só impedida, mas também suspeita de todos os trabalhos daqui pra frente", declarou.
Fran respondeu que o prefeito seria julgado por todos os vereadores e não apenas por ela.
Quando Yan já respondia a primeira pergunta sobre a acusação, o advogado interveio novamente.
Após 15 minutos de leitura, as perguntas voltaram a ser feitas.
Dani Galdino (Republicanos) quis saber quem apresentou a ideia de utilizar dinheiro do fundo para o subsídio.
Prefeito de Caçapava, Yan Lopes (Podemos), em entrevista à Rede Vanguarda.
Reprodução/Rede Vanguarda "Eu, como prefeito municipal, recebo processos originários de pastas de origem e, do gabinete, delibero para a Procuradoria dar o parecer.
A solicitação do pedido de uso de recurso nasce da pasta de origem, chega ao gabinete e posteriormente vai à Procuradoria Jurídica", explicou o prefeito.
"A gente, quando recebe o processo do gabinete, despacha para a Procuradoria.
A Procuradoria tendo autorizado, a partir daí eu tomo a decisão.
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