Primo de alvo da Overclean recebeu R$197 milhões na gestão de ACM Neto
A Roble Serviços , empresa de Marco André Queiroz Barral, primo do ex-secretário de Educação de Salvador Bruno Barral, ampliou seus contratos com a Prefeitura de Salvador durante as gestões de ACM Neto e Bruno Reis.
Em 2012, último ano da gestão do ex-prefeito João Henrique, a empresa recebeu R$ 6,7 milhões do município.
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1 de 3 2 de 3 Reprodução/Web 3 de 3 Reprodução/X Sob do candidato ao governo da Bahia e ex-prefeito de Salvador ACM Neto, faturou R$ 197,8 milhões entre 2013 e julho de 2019.
Os contratos envolviam reformas de escolas e unidades de saúde, manutenção asfáltica, escadarias e poda de árvores.
Na gestão Bruno Reis, os valores voltaram a crescer.
Segundo dados do Portal da Transparência, a Roble acumulou R$ 273,3 milhões em empenhos entre 2021 e 2026.
Considerados os dois períodos, são mais de R$ 471 milhões.
A operação Nesta quinta-feira (17), Bruno Barral voltou a ser alvo da Operação Overclean, da Polícia Federal.
A 10ª fase investiga suspeitas de irregularidades em contratações da Secretaria de Educação de Belo Horizonte, onde Barral foi secretário.
Segundo a PF, pelo menos três contratos investigados somam mais de R$ 80 milhões.
Ao todo, foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em seis estados: Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Tocantins, Paraná e Espírito Santo.
A investigação apura possíveis crimes de fraude em licitações e contratos, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Barral já havia sido alvo de uma fase anterior da operação, quando ocupava o cargo de secretário de Educação de Belo Horizonte.
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