sexta-feira, 18 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Forjando um factoide, a ficha policial falsa de Dilma Rousseff Coreia do Sul recusa enviar tropas para apoiar EUA em guerra contra Irã Lula confirma encontro com Zohran Mamdani às margens da Assembleia Geral da ONU Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 Lula defende que informações do celular Vorcaro venham a público Forjando um factoide, a ficha policial falsa de Dilma Rousseff Coreia do Sul recusa enviar tropas para apoiar EUA em guerra contra Irã Lula confirma encontro com Zohran Mamdani às margens da Assembleia Geral da ONU Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 Lula defende que informações do celular Vorcaro venham a público
Últimas

Expedição científica brasileira investiga abismos do Atlântico

Agência Brasil ·
Expedição científica brasileira investiga abismos do Atlântico

Uma expedição científica partirá neste domingo, 20, de Fortaleza (CE) para mapear e explorar a Zona de Fratura Romanche, uma formação submarina de aproximadamente 1 mil quilômetros de extensão, composta por uma sequência de montanhas e vales, localizada a meio caminho entre a Costa Nordeste do Brasil e Oeste do Continente Africano.

Batizada de The Gap , a iniciativa usará um rover e um submarino autônomo, pilotados a partir do navio de pesquisa Falkor (too).

Com eles, irão mapear duas áreas distintas e coletar amostras de rochas e vida em suas paredes, em profundidades de até 4mil e 500 metros.

O grupo investiga a área com ocorrência de um fenômeno conhecido como ressurgência equatorial, que é a elevação de águas mais frias, cheias de nutrientes, para a superfície marinha.

Sazonal e provocada principalmente pelos ventos alísios, é comum nas regiões intertropicais e importante pois leva a um aumento nas populações de animais microscópicos, base da cadeia alimentar marinha.

“Nosso principal foco é identificar e mapear a relação da ressurgência com as comunidades profundas, além de estudar a dinâmica das correntes e a morfologia dos habitats de fundo, observando a influência dessa produção de alimentos na superfície sobre esse fundo”, explica o professor José Angel Perez, da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Para Perez, que lidera a expedição, é importante conhecer estes mecanismos pois 70% da crosta do planeta está em regiões de oceano profundo, mas paradoxalmente é uma região da qual conhecemos menos de 1%.

Ao levantar evidências científicas concretas desta riqueza e do impacto da ação humana, os cientistas pretendem subsidiar estudos futuros e mostrar a importância de áreas de preservação .

Outro ponto ao qual os cientistas estarão atentos são os impactos das mudanças climáticas nestas comunidades , pois os ventos na região tem apresentado alterações e isso influencia toda a cadeia.

Somado ao processo de acidificação dos oceanos, ele ameaça importantes reservatórios de vida marinha, como os recifes de corais.

O primeiro passo do grupo, que deve chegar na área por volta de 25 de setembro, será mapear o Romanche com uma sonda acústica do navio, por cerca de dois dias.

Com este mapa, chega a hora de descer até os paredões e para isso, os cientistas vão usar o SuBastian, um robô operado remotamente (ROV), capaz de mergulhar até 4,5 mil metros de profundidade.

O equipamento, considerado de alta performance, será responsável por coletar amostras submarinas e é pilotado por cabo a partir do navio de pesquisa.

Sua operação será transmitida, ao vivo e com narração, pelo canal do Schmidt Ocean Institute , patrocinador da exposição que cedeu os equipamentos.

Ler a notícia completa no Agência Brasil ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em agenciabrasil.ebc.com.br — o conteúdo pertence a Agência Brasil.

Mais de Agência Brasil

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›