Ex-gerente de terceirizada da Copel é preso no Paraná suspeito de quitar contas de energia de familiares sem pagamento e causar prejuízo de R$ 311 mil
Homem é preso em Toledo PCPR Um homem de 36 anos foi preso nesta quinta-feira (29), em Toledo, no oeste do Paraná, suspeito de quitar contas de energia elétrica de familiares sem que os valores fossem pagos.
Segundo a Polícia Civil, ele trabalhava como gerente de uma empresa terceirizada da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e teria causado um prejuízo de aproximadamente R$ 311 mil à empresa.
A investigação aponta que o suspeito alterava a titularidade de contas de energia e dava baixa em faturas de pessoas próximas, fazendo com que os débitos fossem regularizados sem o pagamento correspondente. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, o homem também é investigado em outro inquérito, por suspeita de aplicar golpes em clientes de uma concessionária de motocicletas da cidade.
Nesse caso, o prejuízo estimado é de R$ 370 mil.
As duas investigações levaram a polícia a solicitar a prisão preventiva do suspeito, que foi autorizada pela Justiça e cumprida na manhã desta quinta-feira (29).
A identidade dele não foi divulgada.
Agora no g1 "Ele praticava a troca de titularidades e a baixa de faturas de pessoas próximas a ele, gerando um prejuízo a essa empresa de cerca de R$ 311 mil", explicou o delegado Rodrigo Baptista Santos.
O homem foi interrogado e optou por permanecer em silêncio.
Depois, foi encaminhado à Cadeia Pública de Toledo, onde permanece à disposição da Justiça.
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Segundo a Polícia Civil, ele aproveitava a função que exercia na empresa para receber pagamentos de clientes sem repassar o dinheiro à concessionária.
Entre as práticas investigadas, o homem solicitava que compradores transferissem o valor de entrada das motocicletas por Pix diretamente para sua conta bancária.
Em outros casos, utilizava uma máquina de cartão de crédito particular para receber os pagamentos.
"Dentre os golpes, ele solicitava pagamentos de entradas dessas motocicletas com os Pix diretamente em sua conta ou através de uma máquina de cartão de crédito de sua propriedade, e não da concessionária", explicou o delegado.
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