O valor que Justin Baldoni pagará a Blake Lively para encerrar batalha judicial
A disputa judicial ocasionada pelo filme É Assim que Acaba (2024) chegou ao fim após um ano e meio e Justin Baldoni , 42, terá que pagar cerca de 407 000 dólares (2,1 milhões de reais) para Blake Lively , 39.
A cifra, porém, é bem menor do que os 7,5 milhões de dólares exigidos pela atriz para cobrir seus honorários advocatícios, além dos 540 000 dólares que havia pedido para arcar com outros custos.
O juiz negou o pleito após considerar que Blake apenas tinha direito a ser indenizada por despesas “razoáveis”.
Como tudo começou? Em 2024, Blake Lively processou Justin Baldoni — protagonista e diretor de É Assim Que Acaba — por assédio sexual e difamação, afirmando que ele almejava “destruir” sua reputação e que havia transformado o set de filmagem em um “ambiente de trabalho hostil”.
O cineasta negou tê-la assediado ou orquestrado uma campanha para atingí-la .
Em resposta, entrou com uma ação contra ela por tentativa de extorsão, buscando 400 milhões de dólares.
Baldoni também processou o jornal The New York Times por ecoar as declarações de Lively, mas ambas as acusações foram invalidadas.
Continua após a publicidade As 13 acusações de Lively continuaram a ser analisadas pela Justiça, até que um juiz rejeitou 10 delas em abril deste ano.
As queixas restantes foram quebra de contrato; retaliação e cumplicidade em retaliação.
Um julgamento quanto a elas estava previsto para maio, mas ambas as partes chegaram a um acordo antes disso.
Continua após a publicidade Respaldada por uma lei californiana que protege vítimas de assédio contra processos vingativos, Lively então ganhou o direito de ser indenizada devido aos gastos com a própria defesa.
Gregos e troianos O resultado do processo é encarado como vitória para ambas as partes.
Continua após a publicidade Segundo Bryan Freedman, advogado de Baldoni, a decisão mostra para o mundo que “o tribunal não é lugar para se aproveitar da lei a fim de obter ganhos pessoais”.
Já a defesa de Lively, composta por Esra Hudson e Michael Gottlieb, mantém que a atriz jamais buscou compensação financeira, e sim a responsabilização de seu algoz: “Ela revelou a verdade para outras vítimas e abriu um precedente para que outras pessoas se manifestem e registrem denúncias semelhantes”.
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