Empreendedorismo jovem cresce no Agreste e abre espaço para novos negócios
O empreendedorismo jovem tem ganhado espaço no Agreste de Pernambuco, com uma nova geração assumindo negócios familiares, buscando inovação e desenvolvendo projetos próprios.
Nesse cenário, cursos como Administração, Direito e Relações Internacionais do Centro Universitário Tabosa de Almeida (Asces-Unita) têm papel estratégico ao preparar estudantes para lidar com gestão, legislação, mercados e as novas demandas do mundo dos negócios.
Na instituição, a formação combina conhecimento técnico, atividades práticas e aproximação com empresas e instituições parceiras.
Para Ivânia Porto, coordenadora dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Asces-Unita, empreender exige mais do que abrir uma empresa.
“É desenvolver a capacidade de identificar oportunidades, resolver problemas e gerar valor para a sociedade”, afirma.
A coordenadora explica que a preparação dos estudantes envolve metodologias ativas, projetos interdisciplinares e contato com desafios reais do mercado.
Segundo ela, os alunos participam de consultorias, elaboram planos de negócios, desenvolvem projetos de extensão e realizam pesquisas aplicadas e estudos de caso.
A proposta é permitir que os futuros profissionais tenham contato com situações que fazem parte da rotina de empresas antes mesmo da conclusão da graduação.
“Essa vivência permite que eles experimentem a realidade da gestão antes mesmo da conclusão do curso, fortalecendo sua formação profissional e ampliando sua empregabilidade”, destaca Ivânia.
Ivânia Porto, coordenadora dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Asces-Unita, destaca a importância de identificar oportunidades, resolver problemas e gerar valor por meio do empreendedorismo.
Asces-Unita/Divulgação Entre as competências trabalhadas estão pensamento estratégico, liderança, tomada de decisão, inovação, comunicação, negociação e gestão de equipes.
A formação também busca desenvolver a capacidade analítica e de adaptação dos estudantes diante de um mercado em constante transformação.
De acordo com Ivânia, o perfil dos universitários também tem mudado.
“Percebemos uma geração muito mais interessada em construir seus próprios projetos e em buscar autonomia profissional”, relata.
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