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As propostas da Associação das Companhias Abertas para as campanhas presidenciais

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As propostas da Associação das Companhias Abertas para as campanhas presidenciais

A Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), que representa mais de 450 empresas, apresentará aos interlocutores econômicos das campanhas presidenciais uma agenda de propostas para o próximo mandato presidencial.

O documento defende responsabilidade fiscal, previsibilidade regulatória e fortalecimento do mercado de capitais como pilares para reduzir o custo do dinheiro e impulsionar o crescimento do Brasil.

A carta já foi apresentada ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, em jantar com associados, na segunda-feira, em São Paulo.

No dia 28 de setembro, está prevista a entrega do texto à coordenadora do programa de Flávio Bolsonaro , Daniella Marques.

Continua após a publicidade O documento defende que o equilíbrio das contas públicas seja buscado prioritariamente pela eficiência do gasto e ressalta a importância de não aumentar a alta carga existente sobre empresas e investimentos.

Também propõe maior segurança jurídica, avaliação de impacto nas mudanças tributárias, necessidade de contarmos com segurança pública e combate ao mercado ilegal.

“O crescimento do Brasil passa pela capacidade de suas empresas investirem, inovarem e ampliarem sua contribuição para a economia.

Para isso, precisamos superar a incerteza e construir um ambiente em que o capital encontre segurança para apostar no país.

É essa agenda que a Abrasca leva aos presidenciáveis”, afirma Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abrasca.

Continua após a publicidade A agenda apresentada pela Abrasca está estruturada em cinco eixos: Mercado de capitais como política de Estado, ampliando seu papel no financiamento do crescimento.

Simplificação tributária com neutralidade econômica, reduzindo a complexidade e os custos para empresas e investidores.

Segurança jurídica, segurança pública e concorrência leal, com combate à atuação econômica ilegal e aos devedores contumazes.

Responsabilidade fiscal e estabilidade macroeconômica, criando condições para a redução sustentável dos juros.

Qualidade regulatória e fortalecimento institucional, incluindo a CVM e o desenvolvimento do mercado de dívida corporativa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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