De ciúmes a homicídio: 'violentômetro' instalado no interior de SP alerta para escalada da violência contra a mulher
Adamantina instala totem 'Violentômetro' para incentivar denúncias de agressões Antes da agressão física, a violência contra a mulher costuma se manifestar de outras formas.
Ciúmes excessivos, chantagens, humilhações, ameaças e tentativas de controlar a rotina da vítima são alguns dos comportamentos que podem indicar uma escalada da violência.
Para ajudar a identificar esses sinais e incentivar as denúncias, Adamantina (SP) passou a contar com um "violentômetro" instalado em um espaço público da cidade. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp O totem educativo foi instalado no Parque dos Pioneiros e apresenta, de forma visual, diferentes níveis de violência contra a mulher.
A iniciativa integra a programação do Agosto Lilás, campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar.
Com 2,40 metros de altura e 80 centímetros de largura, o equipamento foi adaptado pelo município a partir do modelo do violentômetro.
A proposta é mostrar que comportamentos que muitas vezes são tratados como situações comuns ou “normais” também podem fazer parte do ciclo de violência.
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No primeiro, chamado “Cuidado”, aparecem comportamentos como piadas ofensivas, chantagem, mentiras, ciúmes excessivo, ignorar ou desprezar a parceira.
O segundo estágio, de “Alerta”, reúne atitudes como controlar, proibir, intimidar, ameaçar, humilhar em público e desqualificar a mulher.
Na sequência, no terceiro estágio, o nível de “Perigo” destaca ofensas, desrespeito, intimidação, isolamento e culpabilização da mulher.
Já o quarto estágio, classificado como “Risco Muito Alto”, inclui ameaças com armas, ameaças de morte, destruição de bens, agressões físicas e violência sexual.
No nível máximo, quinta estágio, de “Emergência”, estão situações como espancamento, sequestro, abuso sexual, mutilação e homicídio.
Além da escala de violência, o equipamento também apresenta canais para buscar ajuda.
São informados os telefones 180, da Central de Atendimento à Mulher, e 190, da Polícia Militar.
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