Norte-americano se torna o 1º a receber braço biônico ligado a nervos
Um homem norte-americano com um membro amputado se tornou o primeiro a receber um braço biônico conectado aos nervos, ossos e músculos.
Ele é um dos participantes de um novo estudo clínico que desenvolveu a tecnologia e-OPRA — uma prótese capaz de ser controlada por sinais do próprio corpo do usuário.
Além disso, a e-OPRA permite que o paciente sinta sensações no membro amputado em tempo real .
A pesquisa é uma parceria entre o hospital Shirley Ryan AbilityLab, a Northwestern Medicine e a Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, além da empresa Integrum, da Suécia.
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Dez anos depois, ele se tornou o primeiro participante do estudo de implante por osseointegração — técnica na qual ocorre a união direta entre o osso remanescente e a superfície de um implante de titânio .
Além dele, outras sete pessoas participam da pesquisa.
A cirurgia para o implante do braço biônico foi realizada em meados de julho.
Na operação, os médicos fixaram uma estrutura de titânio no osso remanescente do membro e posicionaram eletrodos nos músculos e ao redor dos nervos.
Como funciona o braço biônico Após o procedimento de osseointegração, o osso cresce na superfície do implante, tornando-o uma extensão estrutural do esqueleto.
Posteriormente, um segundo componente é inserido através da pele para ligar a prótese diretamente ao osso.
Ao contrário das próteses convencionais — que podem causar desconforto, problemas de encaixe e limitação de movimento —, o braço biônico elimina a necessidade do encaixe tradicional.
Os eletrodos implantados nos músculos registram a atividade elétrica dos movimentos e decodificam os sinais para controlar a prótese.
Ao mesmo tempo, os eletrodos colocados nos nervos periféricos fornecem estimulações capazes de gerar sensações táticas no membro ausente .
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