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Ibovespa cai 0,91% com Vale (VALE3), IA e juros no radar antes da Super Quarta

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Ibovespa cai 0,91% com Vale (VALE3), IA e juros no radar antes da Super Quarta

Ibovespa cai 0,91% com Vale (VALE3), IA e juros no radar antes da Super Quarta O Ibovespa começou a semana em queda e fechou esta segunda-feira (14) com baixa de 0,91%, aos 185.500,88 pontos , pressionado pelo ambiente externo, pela queda da Vale (VALE3) e pela cautela antes das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

O índice chegou a cair aos 183.813,36 pontos na mínima e marcou 187.320,96 pontos na máxima, com volume financeiro de cerca de R$ 24,5 bilhões.

A sessão combinou alta do petróleo, avanço dos juros globais e pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial em Wall Street.

No Brasil, as pesquisas eleitorais continuaram influenciando os preços, mas não foram suficientes para compensar o movimento de aversão ao risco vindo do exterior.

“O Ibovespa opera em queda, com o DI de curto prazo caindo e o de longo com leve alta e o dólar em alta”, afirma Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank .

Segundo ele, o mercado tende a permanecer mais cauteloso até quarta-feira, quando Federal Reserve e Copom anunciam suas decisões de política monetária.

“Mais do que as decisões em si, os comunicados serão importantes para entender os próximos passos dos bancos centrais”, diz Bresciani.

Vale (VALE3) despenca e pesa no Ibovespa A Vale (VALE3) foi um dos principais pesos negativos do pregão, com queda de 3,48% , em um dia de recuo do minério de ferro.

Os grandes bancos também fecharam no vermelho: Banco do Brasil (BBAS3) caiu 1,65%, Bradesco (BBDC4) perdeu 1,40%, Itaú Unibanco (ITUB4) recuou 0,89% e Santander (SANB11) cedeu 0,82%.

Já a Petrobras (PETR4) terminou em baixa de 0,16%, apesar da valorização do petróleo internacional.

“O petróleo volta a subir após novos ataques envolvendo o Irã e diante da perspectiva de que um acordo não aconteça no curto prazo, movimento que reacende as preocupações com inflação e juros”, explica Bresciani.

O Brent chegou a se aproximar de US$ 110 durante a sessão e terminou em US$ 105,68 por barril , mantendo no radar os riscos inflacionários.

Luca Girardi, analista de investimentos da Nomad, também destaca o peso do cenário externo.

“A conjuntura internacional se encaminha como elemento principal da movimentação do dólar.

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