OUTUBRO ROSA: “Doutora, voltarei a ser eu?”
Reprodução Assessoria | Oncomed MT “Doutora, eu vou perder o meu cabelo?”, “a prótese será suficiente?”, “vou conseguir me reconhecer depois?”, “Quando voltarei a ser eu?”.
Perguntas como essas fazem parte da rotina de consultório da mastologista Mara Sanches (CRM: 7450/MT | RQE N.: 9115) e da oncologista clínica Najla Navarros (CRM: 11156/MT | RQE N.: 8127), da Oncomed-MT.
Por trás de dúvidas que podem parecer pequenas, estão medos enormes: perder a feminilidade, não reconhecer o próprio corpo, mudar a relação com o parceiro e não conseguir se reconhecer.
E é entre uma consulta, uma explicação sobre o tratamento e uma conversa sobre os próximos passos, que as médicas percebem que tratar o câncer de mama é também ajudar a paciente a atravessar todas essas transformações.
Nesse processo, cuidar da aparência está longe de ser algo secundário.
Dr.
Najla Navarros Assessoria | Oncomed MT Para Najla, comentários como “é só cabelo” ou a ideia de que se preocupar com a aparência durante o tratamento seria apenas vaidade ignoram uma dimensão importante da doença.
“Isso não é uma vaidade, não é uma futilidade.
Também é parte do tratamento.
Não se pode, jamais, julgar ou subestimar aquilo que é importante para a paciente”, afirma, contundente.
A médica explica que o câncer pode alterar profundamente a forma como a mulher se enxerga.
Cabelo, unhas, sobrancelhas, mamas e roupas passam a carregar um significado diferente.
Por isso, preservar pequenas possibilidades de autocuidado ajuda a manter essa conexão com quem ela é.
“Quando a gente fala de câncer, sempre pensamos em algo grande, mas precisa ser um passinho de cada vez”, conta Najla.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.